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 O Halloween está aí à porta.... uma tradição que não era de todo portuguesa mas que parece que a abraçámos nos últimos dois anos. Ainda não fazemos um "trick or treat" bem à americana, mas os miúdos já usam roupa alusiva ao tema ou chegam mesmo a mascarar-se, bem como os graúdos. Mas hoje foco-me nos miúdos e naquilo que vi pela C&A para os miúdos usarem!

 No ano passado tentei mascarar o Alexandre de múmia mas a coisa não correu nem durou tanto como eu queria... por isso acho que é uma boa opção peças mais práticas para os mais pequenos, enquanto eles não ligam muito à coisa. Ficam aqui as sugestões, "pró menino e prá menina"!






Os preços oscilam entre os 2€ e os 15€ e algumas peças dão não só para esta época como para o resto do Outuno/Inverno. E agora, até podem comprar online! É só clicar na peça que gostaram para ver mais detalhes.

 E à parte a roupa, o que interessa é que eles se divirtam muito e nós também!

Kiss Kiss,
Catarina R.
 
Hello pessoal,

Já passou quase um mês, mas a verdade é que o blog ficou um pouco para segundo plano e apenas falámos da festa de aniversário do Alexandre pelo Facebook e Instagram. Mas mais vale tarde que nunca, e aproveito agora para vos mostrar alguns detalhes do dia e da decoração.

O tema da festa


 Foi ele que escolheu o tema da festa, os Carros. Esta vontade ficou ainda mais marcada depois de me ver a pesquisar ideias no Pinterest para a decoração. O orçamento não estava definido, mas não queria ter que gastar mais que 20 ou 30 euros em decoração. O bolo, ficou a cargo da Avó Gina, o que logo me permitiu poupar um balúrdio. Depois de pesquisa feita decidi que não queria as cores mais comuns associadas ao filme Carros, como o vermelho vivo, o padrão axadrezado ou o azul, e optei pelo azul bebê, laranja quase pêssego e branco. Inspirei-me numa das decorações que vi no Pinterest e a Joana fez um trabalho maravilhoso para alcançar o que eu queria para identificar alguma da comida na mesa. As bandeirolas, pratos e balões comprámos entre um chinês e um fornecedor deste tipo de materiais.



A comida

 A comida para a mesa dos miúdos foi pensada tendo em conta o tema... espetadas de fruta a representar semáforos apelidadas de Sheriff's Stop Lights, roscas de bolacha e chocolate a representa a Luigi's Tower of Tires, etc. Basicamente, é rever o filme para tirar umas ideias. Já a mesa dos graúdos não foi muito pensada, eram os salgados e fruta que toda a gente gosta. A mesa dos doces ficou estrategicamente escondida na cozinha (por acidente na realidade, que já não havia mais espaço cá fora). No final houve febras assadas no pão para todos. Claro está, recrutei a minha sogra e a minha mãe para ajudarem com a comida, que já na altura não estava capaz de ficar horas ao fogão.








 Como a festa foi realizada na nossa casa nova, fiz no exterior para poder aproveitar o sol e o calor. Separei por áreas e criei um espaço para os mais pequenos pudessem brincar. Decidimos juntar à festa o nosso Unicórnio, já que não há piscina para o tamanho dele.


 Deixo-vos com mais fotos do dia, pela lente da Graziela Costa Photography (cliquem para verem mais do seu trabalho).





 Acho que este aniversário já lhe irá ficar na memória... para nós fica e apenas tenho a agradecer à família e amigos pela ajuda que deram em montar o espaço, fazer a comida (obrigada avós!) e pela sua presença. Para o ano começa a ser a dobrar... acho que vou já começar a pensar em temas!

 Kiss kiss,
Catarina R.

3 anos de Alexandre

by on September 21, 2018
  Hello pessoal, Já passou quase um mês, mas a verdade é que o blog ficou um pouco para segundo plano e apenas falámos da festa de an...
tecnologia crianças
Apanhado de comando na mão, pronto para tentar jogar um jogo do estilo super mário

 Eu cresci numa era em que já existia televisão e desenhos animados. E antes de existir "televisão por cabo", existia satélite. O meu inglês teve uma grande ajuda do Cartoon Network. Não tive Playstation a não ser já no final da minha adolescência e o mais parecido com um Game Boy era o jogo de Tetris que tinha. Mas ainda assim, um computador entrou em nossa casa muito cedo mas levou alguns anos para ser algo ao meu alcance.

 Lembro-me que os meus pais não me imponham limites de tempos, isto é, não era definido 30 minutos de televisão por dia. Foi algo que fluiu muito naturalmente, porque para além destes elementos também tinha livros, lápis de cor e papel, bonecas e carros... Portanto, não me faltava o que fazer. Não era muito de ir brincar para a rua porque a nossa rua não era encerrada ao trânsito, mas visitava frequentemente a casa da vizinha. Bem, isto para vos dizer que já cresci com alguma tecnologia e acho que a coisa até correu bem. Mas o Alexandre está a crescer numa era em que a tecnologia domina ínfimas tarefas do nosso dia-a-dia.

Os ecrãs...

 No primeiro ano de vida a televisão era algo que o Alex pouco contato tinha. Sendo o ano em que a visão, percepção e noção do mundo que o rodeia estão ainda a desenvolver, decidimos que não traria benefícios. De vez em quando lá escapava, mas não o ponhamos sentado no sofá a ver televisão ou a olhar para o tablet. A partir do primeiro ano, os ecrãs passaram a fazer parte do seu dia-a-dia, supervisionado (como ainda é). Uso o tablet ou telemóvel de vez em quando para desenhar, com caneta, pois ambos os nossos dispositivos têm caneta o que o ajudar a desenvolver a motricidade.

Os conteúdos...

 Se calhar ainda mais importante que o facto de estarem a olhar para um ecrã é o que esse ecrã está a passar. O Alexandre não foge à regra: gosta da Patrulha Pata, da Peppa Pig, da Heidi, da Masha e do Urso... Mas decidimos que o conteúdo seria todo em inglês. Uma forma de introduzir outra língua no seu desenvolvimento. Também não só vê animação como tentamos introduzir programas que ajudem ao desenvolvimento linguístico e cognitivo.

O tempo...

 Há manhãs em que vê um episódio de um desenho animado enquanto toma o pequeno-almoço, outras em que pede para ir para sala brincar com o comboio e desmontar-montar os carris. Não há um limite de tempo definido, mas por exemplo às refeições ouvimos música e brincamos um pouco antes de ir para a cama seja a fazer corridas, a montar lego ou fazer uma tenda. 

 A tecnologia faz parte do nosso dia-a-dia, não há como fugir a isso (a não ser que queiram dar numa de ermitas num sítio qualquer), e, como em tudo na vida, quando bem doseado, traz muitos benefícios. Acho que não devemos isolar os nossos filhos dos dispositivos mas sim introduzi-los nas alturas certas, consultando o pediatria sobre o seu parecer de como o fazer caso hajam dúvidas. Devemos sim mediar o seu uso e conteúdo apresentado, e não esquecer de brincar com os nosso filhos! Brinquem muito!

Kiss kiss,
Catarina R.
 
ser mãe

 Sim, já passou um mês. De repente passámos a ter uma rotina com horário quase fixo na nossa vida, a do acordar (varia um pouco a hora consoante o meu horário) e preparar para ir para a escolinha. O comum a todos os dias? "mãe, eu não quero ir pra escolinha" "mãe, quero ficar aqui contigo" - estas são sempre as expressões que o Alexandre usa quase assim que acorda. Mas já não chora quando o deixo, aliás, até me deseja bom trabalho!

As mudanças...

 O comportamento mudou. Está mais teimoso e desafiador, testa os limites frequentemente e às vezes perco a paciência. Sim, sou uma mãe que grita. Mas também sou uma mãe que se senta e tenta falar... isto realmente depende dos dias. Dele e dos meus. 

 Está mais autónomo. Procura fazer as coisas sozinho. Não gosta muito de ser contrariado (lá está a teimosia) mas é algo que estamos a trabalhar lentamente.

 Fala pelos cotovelos. E argumenta! Quando dou por mim está a negociar qualquer coisa comigo... "só mai um mãe".

Os germes...

 Pois bem, o infetário dizem eles. Mas é que é mesmo. Uma colega ainda me tentou convencer que como ele era mais velhinho não ia acontecer nada. Primeiro fim-de-semana: urgências com ele com uma falta de ar súbita que até a mim, que sou enfermeira e já vi muita coisa, me assustou. E os dois seguintes sempre com febre. Agora, tirando o nariz ranhoso, parece que já estamos safos do primeiro impacto. Mas lá está, a pressão que a sociedade exerce aos pais de trabalhar,  independentemente de o bem-estar e saúde dos seus filhos, leva a que muitos pais deixem os seus pequenos em fase de infeção ativa na escolinha

 Overall, esta entrada forçada na escolinha, a meio do ano, pode não ter sido planeada mas foi sem dúvida muito positiva para o Alexandre. Agora mães, pais, tias, amigos que por aí andam... dicas para sobreviver ao infetário há? Partilhem nos comentários as vossas dicas de prevenção!

Kiss kiss,
Catarina R.
 
primeiro dia de escolinha

 
 Há um ano atrás ele estava em casa connosco. Os dias eram divididos entre os meus turnos e o trabalho do pai. A certa altura, com muita ajuda da avó paterna. Até que chegou o dia em que isso mudou.
 
 Eu troquei de emprego (leia-se na minha profissão que mudei de serviço), algo que ambicionava há muito tempo mas que exigiu mudanças na rotina. Passei a ter fins de semana em casa e a trabalhar 8 horas entre as 8h e as 20h. Ah, e feriados em casa também. Não é que procurasse este horário fixo mas é simplesmente maravilhoso poder ter uma vida dita “normal”. A juntar a esta mudança, o Paulo recebeu a notícia que no prazo de uma semana seria finalmente intervencionado às suas costas. Ora de repente, o principal cuidador do Alex na minha ausência estaria "inop" durante 1 mês pelo menos, e uma solução era necessária com urgência.
 Na semana em que decorreu a cirurgia (já agora, correu tudo bem e descobri que tenho um wolverine em casa que cicatriza super rápido), conseguimos gerir a situação com apoio da minha mãe e irmã. Isto porque tínhamos algo pensado que não se concretizou. Entretanto vi-me imersa entre contactos com amas e creches e a desesperar cada vez mais. A certa altura dei por mim a chorar ao telefone com a minha mãe porque não sabia o que iria fazer e não tinha 600 euros para dispensar assim do pé prá mão (sim, médias de 400 euros de mensalidade e pelo menos mais 200 euros para inscrição e seguro). Do nada, tropecei numa creche num daqueles sites em que contêm tudo o que é instituições registadas, mas que não tinha qualquer outro registo online (já estava tão habituada a ir ver o site ou a página de Facebook). Vi a localização – mesmo a caminho do trabalho -, liguei a confirmar alguns detalhes... voz simpática e convidativa, forneceu todas as informações que pedi (mais de metade dos espaços recusaram-se a dar informações pelo telefone, nem sequer falavam nos rácios de funcionários quanto mais em valores de mensalidade) e agendei uma visita no próprio dia. Antes de sair de casa, aproveitei para sondar sobre o que outros pais falavam sobre o espaço e entre fóruns e grupos de Facebook nada a apontar de errado, antes pelo contrário.
 
 Fui visitar o espaço, já mesmo em cima da hora de saída e já sem crianças a encher as salas de gargalhadas e brincadeiras... mas ainda assim gostei tanto! Não é um espaço moderno, são duas salas para faixas etárias específicas, um refeitório e uma casa de banho. De imediato, quando entrei e me foi apresentado o espaço, pensei “isto faz-me lembrar a minha creche” e um sentimento de nostalgia e bem-estar entranhou-se. Trouxe toda a informação extra necessária, ainda falei algum tempo com a responsável e disse-lhe que tinha outras visitas agendadas, mas acho que parte de mim já tinha tomado a decisão. Depois de falar com o Paulo, ele disse-me “Paixão, se gostas do espaço, se empatizas-te com as pessoas, go for it! O Alex não precisa de grandes modernices, precisa mesmo é de ser feliz e estar bem!”. E é mesmo isso que queremos. No dia seguinte voltei com o Alexandre para preencher a papelada e rapidamente ele foi brincar com os outros meninos, sempre a confirmar se a mãe estava na zona.
parque infantil
 Para já ele chora a ir mas sai feliz e contente. Aliás, o choro foi em crescente todos os dias, sendo que no último começou no carro! Já hoje foi um choramingar intermitente. Já contamos com uma ida à urgência pelo provável contato com estes novos bichos do infetário, mas nisso falarei mais tarde. Somando tudo, estamos todos felizes... especialmente ao final do dia quando nos juntamos em casa :)
 
 Quem mais passou por estas mudanças? Quem espera pela entrada no pré-escolar ou escolar mesmo?
 
Kiss kiss,
Catarina R.
 Hello pessoal,

 Quem nos segue pelo Insta percebeu que a Joana foi uma querida e levou-me a casa o pequeno-almoço. Aproveitamos a manhã para tirar umas fotos, mas a certa altura ficámos sem props e decidimos ir passear. Estava sol, é verdade, mas estava um vento gélido de arrepiar a espinha! O Alexandre já diz quando tem frio e calor, e é bem mais tolerante ao frio que eu, mas ainda assim não o deixo de encher camadas. Usa sempre body de manga comprida, uma camisola ou polo mais quente e um casaco. Opto por calças com collants ou umas calças mais quentes

 Leva o menino bem agasalhado!

 Já dizia a nossa avó... achava sempre que andava mal vestido no sentido de pouca roupa! Mas agora ele já se queixa e não é do frio geralmente, é de não se mexer!



 Este foi o conjunto do dia. Confortável, com pouco volume mas quente. Estilo urbano descontraído ou como lhe quiserem chamar, mas eu cá gosto de o ver assim.

A camisola é desta época de saldos da H&M e custou 3,99€. É já da secção de menino grande, como digo. A calças são da Primark, comprei antes dos saldos por 6€ mas já as vi por lá a 3€. Os sapatos foram prenda de Natal da avó Gina e são da H&M, tenho ideia de os ter visto na secção de bebé por 12,90€ mas já não os encontro online. O casaco foi prenda da avó Lena e é da C&A, já tem um ano por isso não o irão encontrar, mas é um modelo frequentemente utilizado em moda infantil. Mas se virem, as duas peças fundamentais do look, e que darão para usar em dias mais frescos, são a camisola e o casaco, perfazendo um total de 6,99€. Nada mau, não acham? Ao ritmo que eles crescem é difícil fazer uma gestão de roupa... os saldos é uma boa época para escolher e aposto em peças que deêm para mais que uma estação e muitas vezes, se forem produtos bons, aproveito para mais tarde (depende do orçamento na altura). Também recorro muito a uma loja em segunda mão, a Top n' Dolls, em que muitas vezes apanho roupa etiquetada ainda ou usada mas em excelente estado.


 Bons negócios e sugestões? Partilhem connosco nos comentários! :)

Kiss kiss,
Catarina R.
 Adoro ir à praia no Inverno. Primeiro, não se vê quase ninguém. É chegar e ter metros e metros quadrados para me sentar, deitar, fazer castelos de areia ou jogar à bola com o Alexandre, sem ter que agir como se estivesse num campo de minas. Segundo, adoro as cores da praia no Inverno... não sei se me percebem, mas há algo que muda (nem que seja não ver o mesmo padrão de chapéus de sol). 

 Este sábado, enquanto a Joana passava o dia com a sua melhor amiga num mega aniversário, peguei no pequeno e na minha mãe e fui em direcção ao mar. Tinha mesmo a ideia de ir ver o oceano mas acabámos na foz do Tejo, em Algés. Gosto muito daquela zona. Não é "over crowded", a praia está geralmente limpa, há estacionamento, é possível ver o comboio, barcos e helicópteros. Há sempre gente a passear o cão e há imensa gaivotas para o Alexandre gritar com elas, dizendo "cai aqui" que se traduz em "pousa aqui".

 Prefiro o fim do dia, porque afinal, quem não gosta da luz do pôr-do-sol? É perfeita para tirar fotos a este pequeno, que foi o que fiz também. Deixo-vos um registo fotográfico simples, sem grande glamour, mas muito verdadeiro. Às vezes (senão sempre) mais vale um final de tarde simples à beira-rio do que passeios num centro comercial.

 no momento em que gritava "gaivota, caí aqui!". ficou chateado de não terem acedido ao pedido
 empurra mãe, empurra
 avó babada
ar de quem está a pensar na vida... o raio do caixote estraga um pouco o cenário, ainda assim gostei o ar dele!
a mãe não empurra? empurra avó!

 Pequenos grandes momentos de brincadeira, sem preocupações... podia viver disto! Mas diz que tenho que trabalhar e pagar contas, por isso, só de vez em quando.

Kiss kiss,
Catarina R.

ao colo da avó materna no 1º aniversário

 A logística familiar era algo que me preocupava a partir do 10º mês do Alexandre (porque tive com ele em casa até aos 10 meses por opção). É normal, principalmente em pais de primeira viagem, estarem preocupados como vai ser gerir o seu dia-a-dia, que de repente leva uma volta de 180º. A verdade é que a presença próxima de avós disponíveis facilita-nos em muito.

 Ambos os nosso pais trabalham, mas até horas normais (ou 17h ou 18h). Os meus sogros vivem a metros e os meus pais a 10 minutos de carro, por isso a nossa área de apoio é fantástica. Eu trabalho actualmente por turnos de 12 horas, o que incluí fazer manhãs das 8h às 20h e noite das 20h às 8h. Por norma não descanso antes das noites, só quando o Alexandre faz a sua soneca grande (o que é raro, geralmente demora 1h30m a 2h), porque aproveito sempre para fazer algo enquanto dorme. Nem descanso logo a seguir de sair às 20h. O horário de saída nem sempre é certo (ainda a semana passada cheguei 21h40m a casa e trabalho a 7 minutos de casa) tanto para mim como para o pai, e por vezes acaba por ficar mais tempo nos avós.

 Não era de todo o meu objectivo que ficasse tanto tempo, mas às vezes a vida não colabora. E se antes de ser mãe julgava facilmente os pais que deixam os pequenos nos avós ou creches, as minhas mais sinceras desculpas... não sabia melhor. A logística familiar é complexa e por vezes sinto-me a fazer ginástica artística sem antes ter feito o aquecimento. E isto digo eu, que tenho o apoio dos avós e um pai que fica com o pequeno quando estou a trabalhar ou fico eu enquanto ele trabalha.  O Alexandre não está ainda numa creche por iniciativa nossa, porque a nossa logística familiar nos permite outro acompanhamento e disponibilidade. Mas se calhar para o ano irá mudar.

 Tiro o chapéu aos pais que não têm apoio familiar perto e que, para além desta logística, têm que fazer uma ginástica no orçamento dado as contas dos infantários. Numa era em que se pretende estimular a natalidade, continuamos com poucos apoios aos pais e filhos, informação escassa e dispersa... nesta procura de mais informação, encontrei dois sites com informação pertinente para nós pais, que acho que deveriam conhecer:

O guia Tenho uma Criança no Portal do Cidadão

 Para o ano planeamos o ingresso no Jardim de Infância, não tanto por nós mas mais por ele e pelos aspectos positivos que advêm das actividades em grupo e contacto frequente com crianças da sua idade, por isso estamos agora a sondar possibilidades e ver o que o nosso orçamento nos permite. Vocês como gerem o vosso dia-a-dia? Têm apoios? Contem-me tudo, é com partilha que vamos conhecendo alternativas positivas.

Kiss Kiss,
Catarina R.




(a bela da bolacha maria... eu tentei resistir-lhe, mas não consegui)

 A introdução dos alimentos ao Alexandre não foi a mais linear... para vos dar um exemplo, a primeira vez que efectivamente comeu uma colher de sopa foi ao terceiro dia (e muito demorou a comer a sopa toda). Hoje em dia come de tudo um pouco, embora agora esteja claramente na fase "arroz e massa" (eu nunca saí desta...), recusa tudo o que é verde e proteína para ele é sinónimo de salsicha. São fases, alertou-me a pediatra, e na consulta dos dois anos alertou-me para esta. Eu, como sempre, na esperança que o rapaz me surpreende-se mas não, ele gosta de seguir as previsões da pediatra.

 Mas agora, para além desta mudança clara no paladar, é o comportamento. As mãos dominam a refeição, bem como a personalidade de palhaço. Ele é risadas, ele põe a colher na boca e abana a cabeça... a última hoje foi a de encher uma colher de arroz e atirar ao ar! Confesso, só me deu vontade de lhe dar uma valente palmada... mas contive-me. De facto palmadas não chamam à razão muitas vezes... Falei com ele, não em tom calmo como gostaria mas a tentar ser simples e assertiva. Tirei-o da cadeira e perguntei-lhe se tinha fome, ao que me respondeu que não. E ficámos por aí. Verdade que não me veio pedir fruta ou queques depois, mas penso que foi por perceber que eu estava chateada.

 Um amigo nosso diz que um casal amigo dele (eu sei, é o diz que disse) nunca impôs regras à mesa, e que hoje em dia, do alto dos seus 5 anos, é super educado à mesa. A verdade é que não me soube responder como era o comportamento nos anos anteriores. Mas não me parece ser a melhor opção.

 Recorro a vocês, "mães do mundo". Aconselhem-me com as vossas experiências, que eu confesso estar a ficar sem paciência...

Kiss Kiss,
Catarina R.



 Seremos apenas nós a ter este problema?

 As manhãs, em particular as primeiras duas horas, são sempre complicadas... o Alexandre acorda cheio de energia, bem disposto, a pedir um queque ou um iogurte. Eu acordo a meio de um ciclo, para variar. Sinto-me grogue, às vezes não sei se estou na nossa cama ou no sofá (às vezes penso que adormeci no trabalho, dependendo do tipo de sonho que esteja a decorrer), e começo a tentar convencê-lo a dormir mais um pouco. Consigo-o por mais 20 ou até 40 minutos mas de repente acabou. Dá voltas na cama em cima de mim, destapa-me (odeio que o façam) e começa a empurrar-me para fora da cama. Quando começa a falar no pai (que geralmente adormeceu no sofá a trabalhar até tarde) já sei que não há volta a dar.

 Saímos do quarto, ele a pedir colo e eu a pedir a todos os santos que não me espete das escadas abaixo. Digamos que não sou a mestre do equilibrismo, leia-se andar direita, quando saio da cama assim "obrigada". Chegamos à sala e a primeira coisa a fazer é alimentar a criança... desde que ficou doente em Agosto/Setembro que gosta muito de queques, em particular dos queques embalados individualmente do Lidl. De vez em quando lá vai um. Mas agora tenho-o convencido a comer um iogurte e depois uma torradinha, um uma fatia de pão com queijo.

 Estas últimas manhãs em particular foram ainda mais difíceis porque deitei-me a tarde e más horas... Descobrimos uma nova série no Netflix e estamos a ver vários episódios seguidos. E quanto mais avançamos, maior é o "cliffhanger" no final do episódio. Mas felizmente, agora que já não amamento, voltei ao café. E o Double da Delta Q tem sido a minha salvação. Café com extractos de ginseng e guaraná. Depois do café já me sinto mais "eu" e estou pronta brincar, arrumar, entreter, bloggar, o que for preciso. 

 Como são as vossas manhãs? Estratégias que têm para acordar bem? Metem despertador antes dos miúdos ou aproveitam até ao último minuto?

Kiss kiss,
Catarina R.
 Hello pessoal,

 Através da Youzz, recebi em casa as novidades da Cerelac destinadas ao Alexandre. Eu fui criada com papa Cerelac, é ainda aquilo que como quando estou doente (com excepção de quando estou a vomitar, claro). Ok, tem hidratos de carbono (muitos), um dos quais açúcar. Mas a verdade é que não o faço sempre e o mesmo é válido para o Alexandre.

 Na fase inicial em que o Alexandre ficou em casa com o pai, os Yogolinos foram a nossa salvação. O pai precisava de algo que desse a ambos automonia e o Alexandre não pegava nos pacotes da squeeze com iogurte e não é fã de leite. Agora felizmente já temos mais opções (os seus gostos aumentaram) mas, ainda assim, tenho de reserva este género de alimento "fácil" para saída ou passeios.

bolachinhas biológica maçã cerelac

 Mas falando das novidades. A Cerelac lançou novos produtos: as Bolachinhas Biológicas de Maçã, os NutriPuffs Banana Laranja e os Pacotinhos Cerelac Banana e Pêssego ou Multifrutos.

 As Bolachinhas Biológicas de Maçã são sem glúten mas têm açúcar de cana adicionado... poderiam ter optado por não o pôr ou procurar uma alternativa igualmente saborosa e menos açucarada. Ponto a favor é que os componentes são de agricultura biológica (como tudo deveria ser). É um pacote de 150g com 18 bolachinhas, redondas com um desenho em relevo de uma maçã. Tamanho adequado a mãos pequeninas, fáceis de mastigar e vão desfazendo-se na boca (também as experimentei... algumas das vezes "force feed"). O Alexandre aprovou.
 Os NutriPuffs Banana Laranja fazem-me lembrar as estrelitas, não fossem ter a forma de estrelas, mas são muito menos doces. Até porque estes snacks já não têm açúcar adicionado (boa Cerelac), no entanto contêm oleína de palpa, que tem vindo a levantar alguma controvérsia na indústria alimentar. A embalagem contém 50g mas vem recheada de estrelas. Acaba por ser um bom complemento ao iogurte mas para o Alexandre não se misturam. Come o iogurte e depois as estrelitas, ou vice-versa.

bolachinhas biológica maçã cerelac

 Os Pacotinhos Cerelac de Banana e Pêssego ou Multifrutos são combinações lácteas com cereais e frutas. Para já apenas dois sabores, mas ambos bem açucarados embora sem açúcar adicionado (a lactose e a frutose são tramadas), não necessitam de frio e são perfeitos para comer "on-the-go".

pacotinho cerelac multifrutos

 Apenas vi à venda os NutriPuffs, que comprei em promoção (a 1,64 €) e as Bolachinhas de Maçã que são carotas, 3,99 €. Os pacotinhos ainda não os vi à venda, mas devem rondar o preço.

Quem já deu a experimentar aos pequenotes?

Kiss kiss,
Catarina R.
maternidade

 Nunca viajei só com amigos. Quando o fiz fui sempre acompanhada pelo namorado e foram raras as vezes. Infelizmente começar a trabalhar e a pagar o curso não nos deixa grande margem financeira para aventuras. Comecei a trabalhar em duplo, não porque queria ir viajar mas porque precisava do dinheiro para sobreviver. A certa altura, com a vida mais equilibrada, comecei a planear uma viagem a Paris com os meus melhores amigos, o André e a Ana. Setembro de 2015 era o objectivo. Bem, engravidei e o Alexandre nasceu no final de Agosto, por isso essa viagem não se concretizou. No entanto, acabámos por ir todos a Paris, viagem divertida mas com os seus momentos stressantes.

 A semana passada dei por mim a pensar na viagem a Paris que tínhamos inicialmente planeado. As viagens continuam baratas, estadia não seria uma questão, e poderia ver Paris com mais atenção. Adorei a cidade mas a certa altura estava tão cansada de toda a logística do carro do bebé (contam-se pelos dedos de uma mão as estações de metro com acessos), preocupada que ele dormisse, comesse, fizesse cocó, que desliguei de uma série de coisas. Pensei agora, porque não fazer um fim-de-semana com eles? 

 Não é fácil. Primeiro há o sentimento de culpa que é imputado pela sociedade. "Queres viajar e deixar um filho pequeno cá?", "Tivesses pensado em viagens antes de o ter", "Não deves viajar sem o teu filho, já sabias para o que ias quando o tiveste". "És uma mãe irresponsável ao pensar viajar sem o teu filho". São os comentários mais simpáticos que vejo pelas redes sociais. Segundo, existe a opinião (importante) da família. Apenas partilhei esta ideia com o Paulo e com os amigos em questão. Pelo o Paulo não irei. "Ok podes ir... mas daqui a uns quero ver-te a dizer ao Alex que foste à Disney sem ele". E embora não o tenha dito descaradamente, acha que é uma irresponsabilidade fazê-lo. Mas curiosamente acha que pode ir uma semana para a terra com os avós que fica a 4 horas de distância de carro, sem qualquer problema.

 Com isto não venho tentar desculpabilizar-me ou pedir "pancadinhas nas costas" de apoio. Quero perceber de facto como outras mães fazem a gestão dos seus desejos, necessidades face às da sua família. Acredito que haja sacrifícios a fazer em prol do bem-estar dos nossos filhos. Mas o nosso bem-estar é igualmente importante, o mesmo reflecte-se no nosso dia-a-dia, na forma como cuidamos de nós e dos que nos rodeiam. Porque uma mãe feliz tem muito mais paciência e disponibilidade do que uma mãe cansada e infeliz. Compreendo que há mães que não o fazem. Porque simplesmente não sentem essa vontade ou porque o vêem como um sacrifício para os filhos e não o fazem. Seja qual for a razão, não as condeno. Estamos todas no mesmo barco da maternidade, umas toleram melhor a turbulência que outras.

 Contem-me, quem passa ou passou pela mesma situação?



Kiss kiss,
Catarina R.

bebé doente

 Já não é a primeira vez que o Alexandre fica doente. Até agora pequenos síndromes gripais e apenas com uma ida ao Serviço de Urgência Pediátrico e "virgem" de antibióticos (acreditem que nos dias que correm, é importante... estamos na era do abuso dos antibióticos). Mas desta vez foi algo intenso. 

 Febre alta mais de 3 dias (foram 5 no total), e sempre acima dos 39ºC, baixando apenas para os 38,5ºC sob efeito de paracetamol e ibuprofeno alternados. Ao fim do 2º dia notámos que se queixava da boca e ao espreitar, vimos uma pequena afta no lábio inferior. Foi gradualmente piorando, e ao final do 3º dia já era visível mais uma afta no lábio superior e notava-se as gengivas inchadas e vermelhas. Deixou de conseguir lavar os dentes. Pela dor e a sensibilidade das gengivas era tanta que sangrou só de passar a escova uma vez. Deixou de conseguir comer sólidos, apenas iogurtes ou purés a temperatura ambiente ou frescos (sopa, para esquecer). Não conseguia fazer uma inspecção da boca total porque ele não deixava, com dores. Falei com a pediatra por SMS, que me deu indicações face ao tratamento (manter paracetamol e acrescentar a nistatina) e ficámos com consulta agendada. 

 Dia da consulta, estávamos os dois de rastos. Uma noite horrível, a acordar a cada duas horas com dores. A gemer durante o sono. Nem o colo, ou o dormir comigo o acalmava a não ser nas últimas horas da madrugada, já vencido pelo cansaço. Assim que viu a pediatra entrou em modo lamúria e queria fugir. Mas a consulta até correu bem. Choroso, o que não é habitual, mas a verdade é que sempre que entra no gabinete está saudável e descansado. Curiosamente, deixou fazer a observação da boca sem qualquer problema, com ajuda da espátula. E confirmou-se o diagnóstico, estomatite aftosa.

Estomatite Aftosa, o que é?


 A estomatite aftosa caracteriza-se por lesões inflamatórias da boca, aftas, que surgem principalmente na língua, bochechas e interior dos lábios, sendo por norma bastante dolorosas. Podem estender-se até ao interior da garganta (este era o ponto em que Alexandre estava na consulta), o que torna ainda mais dolorosa a alimentação. Também é comum gengivite, inflamação das gengivas, e pode ocorrer que espontâneamente sangrem. Pode surgir associada a várias situações, ser de origem multifactorial. Em particular "ataca" quando temos as defesas em baixo. Terá sido o caso do Alexandre, um síndrome gripal recente.

O tratamento difere de acordo com a sua origem, no caso do Alexandre assumiu-se origem fúngica, pelo que fez tratamento com nistatina, solução oral. O difícil claro, foi dar-lhe a solução oral. Muita palhaçada, muito amor e abraços, mas ao 3º dia já a tomava sem dramas (o ideal seria bochecar mas ainda não o sabe fazer). Uma semana e 2 dias depois de tudo começar, estamos sem febres, sem lesões visíveis mas ainda com gengivas sensíveis e inflamadas (sangrou todas as noites desde sexta) mas já tolera sólidos.

Foi uma semana dolorosa, para todos mas sem dúvida mais para ele. É difícil vê-lo sofrer e não poder fazer muito mais para aliviar a situação. Mas esta semana tivemos muito amor, muita maminha, muito contacto... pelo menos isso sei que fez a diferença para os três.

Os vocês pequenos também já passaram por isto?

Kiss kiss,
Catarina R.

(foto da primeira noite na cama...)

 Tinha tudo para correr bem. Tirando que ficou doente e acordou várias vezes durante a noite nos primeiros dias (o que antes já fazia no nosso quarto). Mas a coisa foi melhorando e passou apenas a acordar perto das 8h da manhã, altura em que o trazemos para a nossa cama para fazer a ronha matinal. O que eu não contava era que, depois de fazer duas noites seguidas e até ter dormido durante o dia, dormir completamente ferrada ao ponto não o ouvir. Pois é. O Paulo levantou-se pelo menos três vezes, uma das quais teve que lhe dar colo para o acalmar. Conclusão: não posso fazer noites! Acham que o argumento pega com o meu chefe? Depois deste incidente, acordo com qualquer barulho, parece que voltei aos tempos dele de recém-nascido e eu recém mamã. 

 Adormecê-lo no quarto tem sido tarefa complicada, porque ele vê-o como um parque de diversões. Esconde-se atrás da cadeira, pula em cima da cama, faz corridas de carros no tapete... convencê-lo a estar quieto é que é difícil! Mas o Paulo adoptou a técnica de o ir acalmando com uma playlist de Lullabies do Youtube (eu hoje do Spotify) e não é que resulta? 

 E agora falando daquela questão contraditória que me deixa ainda com um sentimento incerto... o dormir nos avós. Tenho plena confiança, mas sinto um friozinho na barriga. Para já dorme apenas nos pais do Paulo quando eu vou trabalhar ou, como hoje, que vamos estar com amigos até tarde e assim que acordar cedo iria para os avós... não nos faz sentido estar a tirá-lo da cama, do quentinho só para nosso conforto. Tanto quanto sei, tem corrido bem. Apenas uma vez chamou por mim durante a noite. E a primeira noite que lá dormiu, foram 9 horas seguidas, coisa que já não fazia há um mês.

Contem-me, como acalmam os vossos pequenos durante a noite? E já dormiram fora de casa?

Kiss kiss,
Catarina R.


Hello,

 Já conhecem as novas Luso Fruta Kids? Nós fomos conhecer, numa tarde de Agosto (que mais parecia uma tarde de final de Setembro dado o fresquinho), no Jardim da Estrela. Com um cenário dedicado aos miúdos, desde o entretenimento passando pelo lanche e, claro está, pelas bebidas.

luso fruta kids


 Mas primeiro falo-vos um pouco da nova Luso Fruta Kids, com Água do Luso e sumo de fruta natural, sem corantes, conservantes e edulcorantes, apenas com os açúcares naturais da fruta, está disponível em duas variedades muito saborosas e especialmente apreciadas pelos mais novos: Luso Fruta Kids Maçã e Luso Fruta Kids Morango. São de facto adocicadas mas todo o açúcar provém das frutas. Num formato pequeno de 20 mL, que se ajusta às lancheiras dos mais novos. E pelo que percebi irá fazer parte do menu de muitas escolas pelo nosso país.

pinturas festa crianças

pinturas festa crianças

 O evento em si foi muito agradável e especialmente divertido para o Alexandre. Desde pinturas faciais - que não quis, foi só na mão que deixou fazer e sempre muito atento, em alturas até hesitante, em relação ao que lhe estavam a fazer - passando por desenhos, fazer ímanes, balões com formas de animais... foi diversão até mais não. Gostou muito das novas Luso Fruta Kids, mas ficou fã de gelatina nesse dia (que tinham sabor a maçã e morango)... acho que por alguma razão ainda não tinha provado. 

festa balões luso fruta kids

 Durante o evento foi apresenta o video publicitário para o lançamento destes novos sabores, repetido várias vezes para deleite dos mais pequenos que ficaram bem cativados pela animação e música. Deixo-vos aqui o mesmo.


 Estes novos sabores parecem-me uma excelente alternativa para os mais pequenos, especialmente aqueles que já começam a pedir refrigerantes. Mas atenção,  não são isentos de açúcares, são sim isentos de açúcar adicionado e edulcorantes, apresentam apenas o açúcar das frutas.  Aconselho a verem sempre o rótulo para ficarem relaxados em relação a isso (mais direccionado aos pais de miúdos diabéticos,  açúcar é sempre açúcar,  e este é um açúcar de absorção rápida). Já conheciam estes novos sabores? Vão dar a experimentar aos vossos pequenos?

Kiss kiss,
Catarina R.