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Olá pessoal,

 Fomos desafiados pelo Lidl a fazer um jantar entre amigos, em que as estrelas seriam os vinhos, o que não é difícil, visto que no geral o nosso grupo aprecia um bom copo de vinho. Mas nós decidimos aproveitar e começar a saga de jantares de Natal, sendo que adequámos a ementa aos nossos dotes culinários.

vinhos Lidl

vinhos Lidl

 Antes de prosseguir quero fazer um "disclaimer". O objectivo desta publicação é partilhar com vocês o catálogo especial de vinhos que irá estar disponível no Lidl a partir de 26 de Novembro, sem data de termino. Para este efeito enviaram-nos alguns dos vinhos disponíveis na promoção para podermos experimentar e partilhar convosco a nossa experiência. E assim foi...

vinhos Lidl

vinhos Lidl

vinhos Lidl

 Definimos uma ementa mais à base de entradas, como queijos, enchidos, pêras bêbedas e um folhado de alheira e mozarella. Para prato principal foi um esparguete à bolonhesa, onde usámos uma base bolonhesa que o Lidl tem que faz metade do trabalho por nós. E terminámos com um belo de um vinho do Porto Armillar envelhecido 10 anos, um tiramisú e baba de camelo.

vinhos Lidl

vinhos Lidl


vinho espírito do côa

vinho branco vila real premium

vinho branco vila real premium


vinhos Lidl

 Para acompanhar as refeições tivemos dois vinhos brancos Vila Real Premium, um deles de 2017 e outro de 2018, ambos muito bons e tenho-vos a dizer que foram os primeiros a terminar. E para vinho tinto, dois Espíritos do Côa, sendo um deles de reserva. Todos vinhos da região do Douro. Acho que a opinião foi consensual, de que era vinhos suaves e agradáveis de beber, especialmente os brancos.

 Também são apreciadores de vinho? Qual o vosso favorito?

Beijinhos,
Joana R.
Hello,

Quem se recorda da gravidez do Alexandre? Fui apelidada de "grávida cadáver" no meu trabalho, tal era o meu aspecto de tanto vomitar... foram vómitos até cerca das 20 semanas durante todo o dia, sendo que geralmente só conseguia tolerar a refeição do jantar. Mas após essa fase, foi até uma gravidez tranquila. Desta gravidez, não vomitei, mas surgiram complicações que não esperava... 



Diabetes Gestacional, uma realidade


 Na 2ª consulta após as análises e eco do 1º trimestre, saio de lá com o diagnóstico de Diabetes Gestacional (ambos os meus pais são diabéticos por isso era um risco que já sabia que corria) e com um glucómetro para fazer medições 3 vezes ao dia. Ajustar a alimentação, que antes da gravidez era já à algumas semanas pobre em hidratos de carbono mas depois de saber da gravidez e dos enjoos todos voltei ao hidratos, porque era daquelas coisas que tolerava comer. Na primeira semana ainda tive alguns valores aumentados mas no final da segunda, consegui estabilizar e perceber os meus limites. Para já, controlados com a alimentação. Implica maior vigilância do crescimento do bebé bem como avaliações mais detalhadas como a eco cardio-fetal pelo risco aumentado de mal-formações pela diabetes.

Em casa desde as 16 semanas...


 Pelas 14 semanas comecei com umas dores estranhas no baixo ventre. Intermitentes, não muito intensas mas bastante desconfortáveis. Pelo final das 15 semanas tive um dia em que começaram logo pela manhã, sendo muito frequentes e mais intensas. Decidi passar pela urgência para despistar o que se passava. Excluí-se infeção urinária, carência de magnésio... tudo indicava que seriam contrações e que deveria de ficar de repouso o fim-de-semana e regressar ao trabalho normalmente na segunda-feira.

 Segunda-feira regressei à rotina e, depois de 4 horas seguidas de trabalho, as dores acompanharam-me desde o acordar, intensificando-se cada vez mais. Depois de sair do trabalho voltei à urgência e mandaram-me 15 dias de repouso para casa, sem me explicarem muito bem o que estaria por detrás das dores. Não fiquei convencida e agendei uma consulta de obstetrícia (não com a minha médica, que estava de férias, mas com uma de confiança), onde fui avaliada dos pés à cabeça. Despistámos outro tipo de infecções ou alterações da flora (por aqui tudo ok), e chegou-se à conclusão que as dores seriam do esforço e de desidratação mas foi descoberto algo mais. Tinha um colo pequeno, borderline. Confirmado com segunda observação médica ainda nessa consulta, o meu colo media 25 mm e teria mesmo que ficar em casa e iniciar progesterona. Fui reavaliada 10 dias depois pela minha obstetra e a primeira coisa que me disse foi "sim, é um colo pequeno mas para já não precisa de ficar internada". "Internada?!?"... ok, não é mesmo nada ligeiro. Estou desde então de baixa em casa com a vida mais limitada... não é repouso absoluto mas não posso fazer a vida normal. Com um colo pequeno há risco acrescido de um aborto tardio ou de um parto prematuro.

 Saio ocasionalmente mas não consigo (e não devo) fazer uma manhã de compras, ou andar a correr atrás do Alexandre. Torna-se muito desconfortável estar sentada no carro mais de 30 minutos ou mesmo sentada numa cadeira para fazer uma refeição. Basicamente, os dias em que me sinto bem são aqueles em que entro em modo "pácha" e não faço mesmo nada, alternando entre estar recostada ou deitada, e aí nem um desconforto ou sensação de barriga rija.


Tentar abrandar e a vida com um toddler


 Não é fácil, é o que vos digo. Dependo muito dos apoios da minha mãe, irmã e sogros. Infelizmente o Paulo foi submetido a uma cirurgia à zona lombar em Abril e também ele tem limitações. O maior problema do Alexandre é não poder dar-lhe colo... pede colo sempre que acorda, e fica sentado abraçado a mim até eu dizer que tem que ir pelo pé dele para baixo, que colo só quando estou sentada. Cada vez pede menos, o que também me custa...

 Tornou-se mais independente e muitas das suas ações e tarefas: entra e sai do carro sozinho, consegue ir ao wc na maioria das vezes só com supervisão, ajuda a sair do banho... aquelas pequenas coisas que se calhar eu estava a adiar inadvertidamente.

 Mas os momentos mais complicados são as birras. Parece que de repente se tornarão mais frequentes. Não sei se por estas alterações na sua rotina ou se por estar grávida, mas o que é certo é que se afincaram.


Estamos a caminho das 23 semanas e ainda nos falta um longo caminho para percorrer, mas com algum cuidado e paciência, tenho fé que irá correr tudo bem. Se tiverem alguma questão a fazer sobre o assunto, façam-no nos comentários :)


Kiss kiss,
Catarina R.



 Hello,

 Já devem ter percebido pelo post de ontem no Instagram e Facebook que a família está a crescer... para os mais distraídos, estou grávida!

 É um bebé muito desejado... estivemos quase um ano a tentar engravidar, sem sucesso. Fosse o stress, o cansaço, o facto de ainda amamentar - há esse mito que embora não acredite, acredito sim que as hormonas estão alinhadas para outras funções que as da concepção - a coisa não se deu. Foi preciso mudar de vida profissional, ganhar outra rotina familiar e desistir para este pequeno milagre se dar. Sim, já tínhamos desistido e tinha decidido investir em mim ao nível profissional, quando engravidei.


 Foi a um sábado de manhã, com o Alexandre na casa-de-banho comigo a fazer o seu xixi matinal que descobri que estava grávida. Nem acreditava, sinceramente. Achava que as minhas náuseas e cansaço eram transitórios associados a noites mal dormidas e qualquer coisa que tinha comido, até porque o Paulo também tinha passado o dia anterior nauseado. Mas aqueles dois risquinhos vieram dizer que não. Depois de dar a notícia abruptamente a um pai adormecido no sofá (qual surpresa ou cerimónia para anunciar a notícia), ficámos os dois em transe a pensar "e agora?". Não que se pusesse outra hipótese que não criar este bebé, mas a nossa vida mudou (novamente) naquele momento, quando já tínhamos todo um projecto diferente delineado.

 Bem, acredito que as mudanças repentinas e com efeito de mudar de vida são boas, pelo menos para nós têm sido e acredito que com este bebé não será diferente. Saber que estava grávida do Alexandre levou a que o projecto de trabalho do Paulo crescesse brutalmente e que eu mudasse a minha forma de estar na vida em muitas coisas. Por isso acredito genuinamente que este bebé vai chegar no momento em que deve chegar.

 Claro está, comigo não há mar de rosas na gravidez. Não, não sou a grávida cadáver como me apelidavam durante a gravidez do Alexandre tal era o estado em que tinha chegado de tanto vomitar. Mas a verdade é que esta também não está a ser linear. Mas para já não me alongo sobre a parte chata e menos "feliz" da gravidez. Foco-me nesta boa nova, ESTOU GRÁVIDA!

Kiss Kiss,
Catarina R.

ao colo da avó materna no 1º aniversário

 A logística familiar era algo que me preocupava a partir do 10º mês do Alexandre (porque tive com ele em casa até aos 10 meses por opção). É normal, principalmente em pais de primeira viagem, estarem preocupados como vai ser gerir o seu dia-a-dia, que de repente leva uma volta de 180º. A verdade é que a presença próxima de avós disponíveis facilita-nos em muito.

 Ambos os nosso pais trabalham, mas até horas normais (ou 17h ou 18h). Os meus sogros vivem a metros e os meus pais a 10 minutos de carro, por isso a nossa área de apoio é fantástica. Eu trabalho actualmente por turnos de 12 horas, o que incluí fazer manhãs das 8h às 20h e noite das 20h às 8h. Por norma não descanso antes das noites, só quando o Alexandre faz a sua soneca grande (o que é raro, geralmente demora 1h30m a 2h), porque aproveito sempre para fazer algo enquanto dorme. Nem descanso logo a seguir de sair às 20h. O horário de saída nem sempre é certo (ainda a semana passada cheguei 21h40m a casa e trabalho a 7 minutos de casa) tanto para mim como para o pai, e por vezes acaba por ficar mais tempo nos avós.

 Não era de todo o meu objectivo que ficasse tanto tempo, mas às vezes a vida não colabora. E se antes de ser mãe julgava facilmente os pais que deixam os pequenos nos avós ou creches, as minhas mais sinceras desculpas... não sabia melhor. A logística familiar é complexa e por vezes sinto-me a fazer ginástica artística sem antes ter feito o aquecimento. E isto digo eu, que tenho o apoio dos avós e um pai que fica com o pequeno quando estou a trabalhar ou fico eu enquanto ele trabalha.  O Alexandre não está ainda numa creche por iniciativa nossa, porque a nossa logística familiar nos permite outro acompanhamento e disponibilidade. Mas se calhar para o ano irá mudar.

 Tiro o chapéu aos pais que não têm apoio familiar perto e que, para além desta logística, têm que fazer uma ginástica no orçamento dado as contas dos infantários. Numa era em que se pretende estimular a natalidade, continuamos com poucos apoios aos pais e filhos, informação escassa e dispersa... nesta procura de mais informação, encontrei dois sites com informação pertinente para nós pais, que acho que deveriam conhecer:

O guia Tenho uma Criança no Portal do Cidadão

 Para o ano planeamos o ingresso no Jardim de Infância, não tanto por nós mas mais por ele e pelos aspectos positivos que advêm das actividades em grupo e contacto frequente com crianças da sua idade, por isso estamos agora a sondar possibilidades e ver o que o nosso orçamento nos permite. Vocês como gerem o vosso dia-a-dia? Têm apoios? Contem-me tudo, é com partilha que vamos conhecendo alternativas positivas.

Kiss Kiss,
Catarina R.



 Hello pessoal,

  E foi-se mais um Natal. Acho que são as primeiras palavras que digo quando chega o 26 de Dezembro (btw é um dia horrível para irem às urgências do sns). Mas este foi o primeiro Natal celebrado em minha casa. Já lá vivo com o Paulo há uma catrefada de anos, mas o Natal foi sempre em casa dos meus pais ou, desde que o Alexandre nasceu, em casa dos pais do Paulo. Sempre com toda a família mais próxima, os nossos pais e irmãos. Planeia-se um Natal com mais família no futuro, quando eu for abençoada com um horário dito normal, e que possa ir ao Norte.

 Apesar de ser em minha casa, não fui a responsável pelos cozinhados. Tinha saído de vela (para quem não sabe, significa que estive a trabalhar de noite e saí de manhã) e apesar de só ter dormido até às 13 horas, tinha toda uma lida de casa para fazer que não tinha tido tempo ou coragem nos dias anteriores. Por isso foi acordar, comer qualquer coisa e arrancar para as limpezas e arrumações. Claro está, recrutei a minha mãe e a minha sogra para tratarem da paparoca. Não faltaram os doces tradicionais e o bacalhau com batatas e couves. Mas também tivemos Bacalhau-à-Brás, Leitão assado, Perna de Perú recheada e Peito de Perú assado no forno. E ainda um Bolo Rei de Chocolate, o qual devorada sempre com os olhos quando ia à Padaria Portuguesa e foi uma tremenda desilusão. Sabia à massa do bolo rei mas com chocolate, uma fatia deu para 5 pessoas provarem e sobrou.

 Mas o melhor da noite foi o convívio. Eu a embirrar com o pai por causa da televisão - a minha televisão não tem os 4 canais, tem Netflix, Amazon e um disco cheio de filmes e séries -, as mães a disputarem quem ajudava nos preparativos finais na cozinha, o Alexandre a puxar cada um dos avós ou tios pela mão para irem brincar para o chão, a corrente humana de presentes que fizemos para transportar a tonelada de prendas que estavam a barricar a entrada da casa para a sala, o Alexandre a distribuir a sua prenda por todos com um gorro na cabeça... e o momento de abrir as prendas, claro. Para o Alexandre este ano foi fenomenal. Ele estava em êxtase. E nós também. 

 Não podia desejar nada melhor do que o Natal deste ano... apenas que continue a repetir-se por muitos anos! Agora deixo-vos algumas fotos da noite... já que a manhã de dia 25, pela qual eu ansiava muito, foi passada a dormir na cama!

 A Joana feliz e contente porque finalmente tem uma bola de natal à sua medida!
 Pensei em muitas coisas mas acabei por não fazer nada para decorar a mesa... os detalhes foram improvisados na última hora
 Os sonhos, a aletria e o malfadado bolo rei de chocolate
 Os Rodrigues e os Oliveira
As manas

 E vosso Natal como foi? Em família? A trabalhar? A viajar? Partilhem connosco :)

Kiss Kiss,
Catarina R.

maternidade

 Nunca viajei só com amigos. Quando o fiz fui sempre acompanhada pelo namorado e foram raras as vezes. Infelizmente começar a trabalhar e a pagar o curso não nos deixa grande margem financeira para aventuras. Comecei a trabalhar em duplo, não porque queria ir viajar mas porque precisava do dinheiro para sobreviver. A certa altura, com a vida mais equilibrada, comecei a planear uma viagem a Paris com os meus melhores amigos, o André e a Ana. Setembro de 2015 era o objectivo. Bem, engravidei e o Alexandre nasceu no final de Agosto, por isso essa viagem não se concretizou. No entanto, acabámos por ir todos a Paris, viagem divertida mas com os seus momentos stressantes.

 A semana passada dei por mim a pensar na viagem a Paris que tínhamos inicialmente planeado. As viagens continuam baratas, estadia não seria uma questão, e poderia ver Paris com mais atenção. Adorei a cidade mas a certa altura estava tão cansada de toda a logística do carro do bebé (contam-se pelos dedos de uma mão as estações de metro com acessos), preocupada que ele dormisse, comesse, fizesse cocó, que desliguei de uma série de coisas. Pensei agora, porque não fazer um fim-de-semana com eles? 

 Não é fácil. Primeiro há o sentimento de culpa que é imputado pela sociedade. "Queres viajar e deixar um filho pequeno cá?", "Tivesses pensado em viagens antes de o ter", "Não deves viajar sem o teu filho, já sabias para o que ias quando o tiveste". "És uma mãe irresponsável ao pensar viajar sem o teu filho". São os comentários mais simpáticos que vejo pelas redes sociais. Segundo, existe a opinião (importante) da família. Apenas partilhei esta ideia com o Paulo e com os amigos em questão. Pelo o Paulo não irei. "Ok podes ir... mas daqui a uns quero ver-te a dizer ao Alex que foste à Disney sem ele". E embora não o tenha dito descaradamente, acha que é uma irresponsabilidade fazê-lo. Mas curiosamente acha que pode ir uma semana para a terra com os avós que fica a 4 horas de distância de carro, sem qualquer problema.

 Com isto não venho tentar desculpabilizar-me ou pedir "pancadinhas nas costas" de apoio. Quero perceber de facto como outras mães fazem a gestão dos seus desejos, necessidades face às da sua família. Acredito que haja sacrifícios a fazer em prol do bem-estar dos nossos filhos. Mas o nosso bem-estar é igualmente importante, o mesmo reflecte-se no nosso dia-a-dia, na forma como cuidamos de nós e dos que nos rodeiam. Porque uma mãe feliz tem muito mais paciência e disponibilidade do que uma mãe cansada e infeliz. Compreendo que há mães que não o fazem. Porque simplesmente não sentem essa vontade ou porque o vêem como um sacrifício para os filhos e não o fazem. Seja qual for a razão, não as condeno. Estamos todas no mesmo barco da maternidade, umas toleram melhor a turbulência que outras.

 Contem-me, quem passa ou passou pela mesma situação?



Kiss kiss,
Catarina R.
halloween decor


Olá pessoal,

 Hoje é Dia das Bruxas e espero que aproveitem para festejar, e fazer aquela maquilhagem artística pela qual tanto ansiavam um motivo para utilizar. Nós festejámos ontem e quem segue o nosso Instastories sabe que o Lidl nos desafiou a fazer uma sessão fotográfica do nosso jantar, todo ele com produtos da loja. Ofereceram-nos muita comida, algumas decorações e dois trajes. Nós acabámos por adquirir mais algumas coisas, para complementar a decoração e a refeição.

 A Catarina deu asas à sua imaginação e fez alguns D.I.Y's para tornar este fim de dia ainda mais assustador. Depois de toda esta preparação chegou a hora da verdade e todos adorámos. Foi um excelente momento de convívio entre família e amigos, e acho que todos saímos a rebolar que nem abóboras.
 Deixo-vos algumas fotografias que vão ser mais eficazes a descrever este momento.

 Espero que esta publicação vos seja útil com inspiração tanto para o Halloween tardio ou outra ocasião futura.


halloween food
halloween masks and food



halloween decor

halloween masks and food


halloween true blood

Tenham uma noite das Bruxas assustadora :D


Beijinhos,
Catarina R. e Joana R.

Halloween 2017

by on October 31, 2017
Olá pessoal,  Hoje é Dia das Bruxas e espero que aproveitem para festejar, e fazer aquela maquilhagem artística pela qual tanto ans...

 Hello pessoal,

 Aqui o mamão cá da casa, depois da sua estomatite aftose, deixou de mamar. Pediu uma vez ou outra em circunstâncias pouco práticas, em que neguei, e nunca mais pediu. Ok, ligeiro guilty feeling mas a verdade é que ele deixou de pedir. Como estamos? Bem, felizes na mesma. Continuamos com brincadeiras, mimos e colinho. E ele continua a enfiar a mão pelo decote abaixo (vai ser fresco) mas não pede nada.

 Foi assim durante 3 semanas. De repente voltou a pedir "minha", que é como ele se refere a maminha. E eu dei. E ainda tinha leite! Estou chocada com a capacidade adaptativa do nosso corpo. Os pedidos têm sido pontuais e passa até um ou dois dias sem pedir. Hoje que está febril (here we go again...) pediu novamente. E depois de mamar uns segundos, largou a mama e disse "humm... é bom!". E voltámos a mamar novamente!

 Já vos aconteceu uma paragem e voltarem a  mamar? Contem-me tudo nos comentários!

Kiss kiss,
Catarina R.

bebé doente

 Já não é a primeira vez que o Alexandre fica doente. Até agora pequenos síndromes gripais e apenas com uma ida ao Serviço de Urgência Pediátrico e "virgem" de antibióticos (acreditem que nos dias que correm, é importante... estamos na era do abuso dos antibióticos). Mas desta vez foi algo intenso. 

 Febre alta mais de 3 dias (foram 5 no total), e sempre acima dos 39ºC, baixando apenas para os 38,5ºC sob efeito de paracetamol e ibuprofeno alternados. Ao fim do 2º dia notámos que se queixava da boca e ao espreitar, vimos uma pequena afta no lábio inferior. Foi gradualmente piorando, e ao final do 3º dia já era visível mais uma afta no lábio superior e notava-se as gengivas inchadas e vermelhas. Deixou de conseguir lavar os dentes. Pela dor e a sensibilidade das gengivas era tanta que sangrou só de passar a escova uma vez. Deixou de conseguir comer sólidos, apenas iogurtes ou purés a temperatura ambiente ou frescos (sopa, para esquecer)Não conseguia fazer uma inspecção da boca total porque ele não deixava, com dores. Falei com a pediatra por SMS, que me deu indicações face ao tratamento (manter paracetamol e acrescentar a nistatina) e ficámos com consulta agendada. 

 Dia da consulta, estávamos os dois de rastos. Uma noite horrível, a acordar a cada duas horas com dores. A gemer durante o sono. Nem o colo, ou o dormir comigo o acalmava a não ser nas últimas horas da madrugada, já vencido pelo cansaço. Assim que viu a pediatra entrou em modo lamúria e queria fugir. Mas a consulta até correu bem. Choroso, o que não é habitual, mas a verdade é que sempre que entra no gabinete está saudável e descansado. Curiosamente, deixou fazer a observação da boca sem qualquer problema, com ajuda da espátula. E confirmou-se o diagnóstico, estomatite aftosa.

Estomatite Aftosa, o que é?


 A estomatite aftosa caracteriza-se por lesões inflamatórias da boca, aftas, que surgem principalmente na língua, bochechas e interior dos lábios, sendo por norma bastante dolorosas. Podem estender-se até ao interior da garganta (este era o ponto em que Alexandre estava na consulta), o que torna ainda mais dolorosa a alimentação. Também é comum gengivite, inflamação das gengivas, e pode ocorrer que espontâneamente sangrem. Pode surgir associada a várias situações, ser de origem multifactorial. Em particular "ataca" quando temos as defesas em baixo. Terá sido o caso do Alexandre, um síndrome gripal recente.

O tratamento difere de acordo com a sua origem, no caso do Alexandre assumiu-se origem fúngica, pelo que fez tratamento com nistatina, solução oral. O difícil claro, foi dar-lhe a solução oral. Muita palhaçada, muito amor e abraços, mas ao 3º dia já a tomava sem dramas (o ideal seria bochecar mas ainda não o sabe fazer). Uma semana e 2 dias depois de tudo começar, estamos sem febres, sem lesões visíveis mas ainda com gengivas sensíveis e inflamadas (sangrou todas as noites desde sexta) mas já tolera sólidos.

Foi uma semana dolorosa, para todos mas sem dúvida mais para ele. É difícil vê-lo sofrer e não poder fazer muito mais para aliviar a situação. Mas esta semana tivemos muito amor, muita maminha, muito contacto... pelo menos isso sei que fez a diferença para os três.

Os vocês pequenos também já passaram por isto?

Kiss kiss,
Catarina R.

(foto da primeira noite na cama...)

 Tinha tudo para correr bem. Tirando que ficou doente e acordou várias vezes durante a noite nos primeiros dias (o que antes já fazia no nosso quarto). Mas a coisa foi melhorando e passou apenas a acordar perto das 8h da manhã, altura em que o trazemos para a nossa cama para fazer a ronha matinal. O que eu não contava era que, depois de fazer duas noites seguidas e até ter dormido durante o dia, dormir completamente ferrada ao ponto não o ouvir. Pois é. O Paulo levantou-se pelo menos três vezes, uma das quais teve que lhe dar colo para o acalmar. Conclusão: não posso fazer noites! Acham que o argumento pega com o meu chefe? Depois deste incidente, acordo com qualquer barulho, parece que voltei aos tempos dele de recém-nascido e eu recém mamã. 

 Adormecê-lo no quarto tem sido tarefa complicada, porque ele vê-o como um parque de diversões. Esconde-se atrás da cadeira, pula em cima da cama, faz corridas de carros no tapete... convencê-lo a estar quieto é que é difícil! Mas o Paulo adoptou a técnica de o ir acalmando com uma playlist de Lullabies do Youtube (eu hoje do Spotify) e não é que resulta? 

 E agora falando daquela questão contraditória que me deixa ainda com um sentimento incerto... o dormir nos avós. Tenho plena confiança, mas sinto um friozinho na barriga. Para já dorme apenas nos pais do Paulo quando eu vou trabalhar ou, como hoje, que vamos estar com amigos até tarde e assim que acordar cedo iria para os avós... não nos faz sentido estar a tirá-lo da cama, do quentinho só para nosso conforto. Tanto quanto sei, tem corrido bem. Apenas uma vez chamou por mim durante a noite. E a primeira noite que lá dormiu, foram 9 horas seguidas, coisa que já não fazia há um mês.

Contem-me, como acalmam os vossos pequenos durante a noite? E já dormiram fora de casa?

Kiss kiss,
Catarina R.


 Eu sei, eu sei... mas não resisto em dizer, COMO O TEMPO VOA! A sério, lembro-me perfeitamente do nascimento deste pequeno traquina, até do cheiro (sim, continuo fixada naquele cheiro de bebé acabado de nascer) e já anda, fala, faz asneiras, dá mimos... maravilhoso.


da decoração do 1º aniversário, que ainda se mantém no espelho... 

 O dia do aniversário foi um dia só nosso, a três. Estávamos de férias, aliás, eu estava de férias porque como o Paulo trabalha por conta própria o regime de férias dele acaba por ser "quando dá" (e este ano não deu), mas decidimos que não íamos fazer grandes alaridos no dia. Decidimos apreciá-lo, sem pressas. 

 Fomos lanchar ao McDonald's de Oeiras (é o nosso preferido, seja de verão ou inverno). Sim, o Alexandre já conhece "Mc". Mas a verdade é que não o conhece como eu ou o Paulo o conhecemos há 20 anos atrás... Deu três dentadas num Cheeseburguer, bebeu água e comeu pedaços de maçã. Por engano deram-nos batatas fritas mas nem é coisa que ele aprecie. Uma vez não são vezes, já dizia a minha mãe... Bem, mas para além deste ser o nosso preferido, à beira mar, tem também um parque infantil perfeito para o Alexandre! Foi uma festa claro. Tem espaço para miúdo até aos 6 e até aos 12 anos, e com aquele chão esponjoso perfeito para os trambolhões.

tivemos a oportunidade de ver as lontras a ser alimentadas... foi um festim para todos!

 Depois da brincadeira decidimos ir ao Oceanário. Coisa que provavelmente já vocês fizeram com os mais novos, mas senão, vão. Vale cada cêntimo. Não vi um miúdo que não estivesse extasiado com o ambiente e claro, com o aquário principal. O Alexandre não foi excepção, e vibrava com cada novo aquário que aparecia. Mas tanto ele como eu ficávamos "presos" no aquário principal". Comprámos os bilhetes online (sem mais barato), o que incluí obrigatoriamente a exposição temporária. Gostei do espaço, do ambiente mas para o Alexandre e para o Paulo estivemos só lá 1 minuto. Com miúdos pequenos acho que não compensa. Já a exposição permanente é espantosa, não é à toa que muitos classificam o nosso Oceanário como o melhor.


 Foi um dia muito bom, e o melhor de tudo, acho que ele estava feliz! 

Kiss kiss,
Catarina R.
 

 Este rapaz não pára. 


 É daquelas frases que oiço dizer tanto os meus pais como os meus sogros. E às vezes dá nisto.  Corre de um lado para o outro, puxa, empurra, monta e desmonta. Tropeça e levanta. Mas de vez em quando lá cai a sério. Geralmente não se aleija (muito) mas anteontem a coisa correu-lhe mal. Foi de cara ao chão. Na altura não chorou, conta o avô. Quando cheguei a casa, espreitava já o "olho à belenenses".
 Não apliquei nada de produtos, dado estar na pálpebra inferior. Gelo foge dele a sete pés. Já agora... técnicas de distracção para convencê-los a deixarem aplicar o gelo?
 Ainda não tem 2 anos e este rapaz já tem um olho negro.

Kiss kiss,
Catarina R.


 Ultimamente tenho visto vários comentários pelos grupos e fóruns de mamãs sobre o "sleep arrangement" alheio. E não assim tão simpáticos... ora que é porque passou aos 3 meses para o quarto, ora porque ainda dorme no quarto dos pais ou ainda, aquela que geralmente causa mais polémica, porque partilha a cama com os pais.

 Nunca fui fundamentalista em nada, nem na alimentação nem nos cuidados ao Alexandre. Fui a certa altura mais restrita, mas rapidamente fui relaxando à medida que ele me ia transmitido isso mesmo... "relaxa mamã". Nisso, acho que os nossos bebés estão bem mais preparados do que nós pais.

 Em relação ao sono, tínhamos decidido mantê-lo no quarto até aos 6 meses e decidir depois quando e como o fazer. Sempre que pensámos em fazê-lo surgiu algo: viagem a Paris, estadia de amigos, mudança da minha rotina de trabalho, doença súbita do Alexandre... até que está nos 23 meses e no nosso quarto. Não digo "ainda" porque não vejo mal. Ele dorme quase sempre a noite seguida, de vez em quando acorda "na saída de vela" para mamar. E dorme muito bem durante o dia e início da noite em casa dos avós. Não vejo que a transição para o quarto vá ser um problema para ele... mais para mim que vou passar a ter que sair do conforto do quarto e subir escadas para chegar ao quarto dele.

 Acho que se aproxima a altura, e espero ter tempo e vontade para organizar o quarto dele no período de férias... e logo se verá!

 Contem-me as vossas experiências... quando foram para o quarto?

Kiss kiss,
Catarina R.


 Estamos nos 23 meses, altura em que a linguagem começa a ganhar mais forma. Todas as crianças são diferentes e têm os seus timings, mas o considerado habitual para esta etapa é: formular frases de duas a quatro palavras; cantar canções simples; repetir palavras ouvidas em conversas; reconhecer e identificar partes do corpo. O Alexandre, embora não tenho um contacto diário com outras crianças da sua idade, já tem um vocabulário de várias palavras e começa agora a formar frases.

Deixou-nos de boca aberta este desenvolvimento súbito, não tanto o "olha ele já forma uma frase" mas mais o conteúdo da mesma...

A semana passada estava a fazer uns deliciosos crepes de ovo para o almoço, e o pequeno, que havia dormido até às 12h, acordou cheio de fome e estava em modo "pedincha". Disse-lhe que tinhamos que esperar pelo pai, e chamei o pai para vir almoçar, que me respondeu "é só mais este video do youtube". Não é que o Alexandre não vai de modos e exclama a alto e bom som: "Pai, cá!". E vai buscá-lo pela mão à sala. Com um pedido destes claro que não se negou.

Ontem, surpreendeu-nos novamente. Pediu, do nada, "Pai, põe carro! (referindo-se ao filme Carros).

 E assim, de repente, este rapaz fala, quer e manda!

Kiss kiss,
Catarina R.
Hello,

 A nossa Páscoa foi bem mexida este ano. Não que estivéssemos em preparativos para a visita pascal, até porque somos poucos religiosos e vemos a Páscoa mais como uma celebração familiar que outra coisa. Foi agitada porque houve mudanças e pinturas no quarto da Joana. Agora com registo mais simplista, branco. Com certeza que vos irá mostrar pormenores nos próximos tempos :)

 A manhã foi aproveitada para relaxar... passear, apanhar sol, ouvir os pássaros cantar... aborrecido? Nada disso, até porque passear com o Alexandre nunca o é. Colhemos flores (ele apanha sempre pela flor e nunca pelo caule), contámos pedras, vimos as formigas a trabalhar... Ele estava tão entretido que não queria ir para casa. Chegou rabugento, com birra e acabou por adormecer no sofá... já não vestiu o fato de domingo de Páscoa (de praxe né?) e foi a dormir até ao almoço em casa dos avós maternos.


Almoço familiar tinha que ser para meio batalhão, não fosse a nossa mãe achar que passaríamos fome. Mas tudo saboroso como era esperado! Borrego assado no forno com batatinhas com alecrim, arroz de açafrão e frango recheado... como sobremesa o tradicional folar, um pudim de ovos e baba de camelo by Joana (um pecado hiper calórico mas delicioso).


Pena este dia bom terminar com trabalho, que isto de épocas festivas em casa não é para todos. Mas ainda assim valeu a pena. E o Alexandre aproveitou o resto da tarde no parque com a avó e a tia. É destas pequenas coisas boas que espero que ele se lembre mais tarde.


Como foi a vossa Páscoa? Almoço familiar ou fim de semana de passeio? Contem-nos tudo.

Kiss kiss,
Catarina R.

A nossa Páscoa

by on April 17, 2017
Hello,  A nossa Páscoa foi bem mexida este ano. Não que estivéssemos em preparativos para a visita pascal, até porque somos poucos religi...


O Alexandre em Paris ganhou um novo sentido de independência. Queria sempre andar sozinho, sem dar a mão. Atitude que se manteve por terras Lusas, embora tentemos combatê-lo desde o início quando não há segurança. Mas não foi esta a única mudança que Paris trouxe... parece que as birras estão à espreita, bem como um feitiozinho manhoso...

Há dias que embirra que não quer comer. E não quer, faz birra, tenta pular da cadeira fora e refila até mais não... uns dias por sono, outros escapa-me o porquê. De repente decidiu que era giro atirar com a comida ao chã. Ou um brinquedo que tem na mão. Alguém me explica onde raio é que eles vão buscar estas ideias? 

Enfim, estamos aqui a tentar arranjar estratégias entre os dois para lidar com esta nova fase mas não tem sido fácil. Mães, pais, avós, tios que nos seguem, alguma sugestão? São todas bem-vindas :)
 
Olá pessoal,

 Foi ontem que passámos o final de tarde na Hípica de Oeiras na companhia do Lidl e de algumas caras conhecidas. Embora tenha sido o dia do pai, este foi um momento dedicado a todos, principalmente às crianças, que tiveram a oportunidade de ter um contacto mais próximo com animais da quinta.



 E porquê animais da quinta? Porque a partir de hoje, até dia 4 Junho, vão estar disponíveis nas lojas Lidl os Amigos da Quinta, uma colecção de peluches e cartas autocolantes.

 Esta colecção vai funcionar como as anteriores da marca, por cada 10€ em compras receberão uma saqueta com uma carta e um ponto. São 36 cartas para colecionar num álbum (inclui um livro sobre a vida dos animais) que poderão adquirir nas lojas. Depois de juntarem 6 ou 14 pontos, podem trocá-los por um peluche (dependendo dos pontos, irão pagar pelo peluche entre 2,99€ a 9,99€). Eu sou suspeita, mas estes peluches são mega amorosos e estou perdida de amores pelo cão, eh eh.

 No que toca ao evento, foi maravilhoso, principalmente para o Alexandre, que teve toda uma experiência com estes animais. Teve oportunidade de andar a cavalo, alimentar cavalos, póneis e até cabras. O rapaz estava maravilhado e ainda mais radiantes devem ter ficado os bichanos que encheram bem a barriguinha à mão dele. 
 Deixo-vos com algumas fotografias desta tarde algo ventosa, mas ainda assim fenomenal.






 O que acharam dos peluches? Estão a planear juntar pontos para algum? Digo-vos já que o Alex adorou o cavalo e não o larga!

Beijinhos,
Joana Rodrigues

Lidl- Amigos da Quinta

by on March 20, 2017
Olá pessoal,  Foi ontem que passámos o final de tarde na Hípica de Oeiras na companhia do Lidl e de algumas caras conhecidas. Embora t...