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Olá pessoal,

 Fomos desafiados pelo Lidl a fazer um jantar entre amigos, em que as estrelas seriam os vinhos, o que não é difícil, visto que no geral o nosso grupo aprecia um bom copo de vinho. Mas nós decidimos aproveitar e começar a saga de jantares de Natal, sendo que adequámos a ementa aos nossos dotes culinários.

vinhos Lidl

vinhos Lidl

 Antes de prosseguir quero fazer um "disclaimer". O objectivo desta publicação é partilhar com vocês o catálogo especial de vinhos que irá estar disponível no Lidl a partir de 26 de Novembro, sem data de termino. Para este efeito enviaram-nos alguns dos vinhos disponíveis na promoção para podermos experimentar e partilhar convosco a nossa experiência. E assim foi...

vinhos Lidl

vinhos Lidl

vinhos Lidl

 Definimos uma ementa mais à base de entradas, como queijos, enchidos, pêras bêbedas e um folhado de alheira e mozarella. Para prato principal foi um esparguete à bolonhesa, onde usámos uma base bolonhesa que o Lidl tem que faz metade do trabalho por nós. E terminámos com um belo de um vinho do Porto Armillar envelhecido 10 anos, um tiramisú e baba de camelo.

vinhos Lidl

vinhos Lidl


vinho espírito do côa

vinho branco vila real premium

vinho branco vila real premium


vinhos Lidl

 Para acompanhar as refeições tivemos dois vinhos brancos Vila Real Premium, um deles de 2017 e outro de 2018, ambos muito bons e tenho-vos a dizer que foram os primeiros a terminar. E para vinho tinto, dois Espíritos do Côa, sendo um deles de reserva. Todos vinhos da região do Douro. Acho que a opinião foi consensual, de que era vinhos suaves e agradáveis de beber, especialmente os brancos.

 Também são apreciadores de vinho? Qual o vosso favorito?

Beijinhos,
Joana R.
Hello,

Quem se recorda da gravidez do Alexandre? Fui apelidada de "grávida cadáver" no meu trabalho, tal era o meu aspecto de tanto vomitar... foram vómitos até cerca das 20 semanas durante todo o dia, sendo que geralmente só conseguia tolerar a refeição do jantar. Mas após essa fase, foi até uma gravidez tranquila. Desta gravidez, não vomitei, mas surgiram complicações que não esperava... 



Diabetes Gestacional, uma realidade


 Na 2ª consulta após as análises e eco do 1º trimestre, saio de lá com o diagnóstico de Diabetes Gestacional (ambos os meus pais são diabéticos por isso era um risco que já sabia que corria) e com um glucómetro para fazer medições 3 vezes ao dia. Ajustar a alimentação, que antes da gravidez era já à algumas semanas pobre em hidratos de carbono mas depois de saber da gravidez e dos enjoos todos voltei ao hidratos, porque era daquelas coisas que tolerava comer. Na primeira semana ainda tive alguns valores aumentados mas no final da segunda, consegui estabilizar e perceber os meus limites. Para já, controlados com a alimentação. Implica maior vigilância do crescimento do bebé bem como avaliações mais detalhadas como a eco cardio-fetal pelo risco aumentado de mal-formações pela diabetes.

Em casa desde as 16 semanas...


 Pelas 14 semanas comecei com umas dores estranhas no baixo ventre. Intermitentes, não muito intensas mas bastante desconfortáveis. Pelo final das 15 semanas tive um dia em que começaram logo pela manhã, sendo muito frequentes e mais intensas. Decidi passar pela urgência para despistar o que se passava. Excluí-se infeção urinária, carência de magnésio... tudo indicava que seriam contrações e que deveria de ficar de repouso o fim-de-semana e regressar ao trabalho normalmente na segunda-feira.

 Segunda-feira regressei à rotina e, depois de 4 horas seguidas de trabalho, as dores acompanharam-me desde o acordar, intensificando-se cada vez mais. Depois de sair do trabalho voltei à urgência e mandaram-me 15 dias de repouso para casa, sem me explicarem muito bem o que estaria por detrás das dores. Não fiquei convencida e agendei uma consulta de obstetrícia (não com a minha médica, que estava de férias, mas com uma de confiança), onde fui avaliada dos pés à cabeça. Despistámos outro tipo de infecções ou alterações da flora (por aqui tudo ok), e chegou-se à conclusão que as dores seriam do esforço e de desidratação mas foi descoberto algo mais. Tinha um colo pequeno, borderline. Confirmado com segunda observação médica ainda nessa consulta, o meu colo media 25 mm e teria mesmo que ficar em casa e iniciar progesterona. Fui reavaliada 10 dias depois pela minha obstetra e a primeira coisa que me disse foi "sim, é um colo pequeno mas para já não precisa de ficar internada". "Internada?!?"... ok, não é mesmo nada ligeiro. Estou desde então de baixa em casa com a vida mais limitada... não é repouso absoluto mas não posso fazer a vida normal. Com um colo pequeno há risco acrescido de um aborto tardio ou de um parto prematuro.

 Saio ocasionalmente mas não consigo (e não devo) fazer uma manhã de compras, ou andar a correr atrás do Alexandre. Torna-se muito desconfortável estar sentada no carro mais de 30 minutos ou mesmo sentada numa cadeira para fazer uma refeição. Basicamente, os dias em que me sinto bem são aqueles em que entro em modo "pácha" e não faço mesmo nada, alternando entre estar recostada ou deitada, e aí nem um desconforto ou sensação de barriga rija.


Tentar abrandar e a vida com um toddler


 Não é fácil, é o que vos digo. Dependo muito dos apoios da minha mãe, irmã e sogros. Infelizmente o Paulo foi submetido a uma cirurgia à zona lombar em Abril e também ele tem limitações. O maior problema do Alexandre é não poder dar-lhe colo... pede colo sempre que acorda, e fica sentado abraçado a mim até eu dizer que tem que ir pelo pé dele para baixo, que colo só quando estou sentada. Cada vez pede menos, o que também me custa...

 Tornou-se mais independente e muitas das suas ações e tarefas: entra e sai do carro sozinho, consegue ir ao wc na maioria das vezes só com supervisão, ajuda a sair do banho... aquelas pequenas coisas que se calhar eu estava a adiar inadvertidamente.

 Mas os momentos mais complicados são as birras. Parece que de repente se tornarão mais frequentes. Não sei se por estas alterações na sua rotina ou se por estar grávida, mas o que é certo é que se afincaram.


Estamos a caminho das 23 semanas e ainda nos falta um longo caminho para percorrer, mas com algum cuidado e paciência, tenho fé que irá correr tudo bem. Se tiverem alguma questão a fazer sobre o assunto, façam-no nos comentários :)


Kiss kiss,
Catarina R.



 Hello,

 Já devem ter percebido pelo post de ontem no Instagram e Facebook que a família está a crescer... para os mais distraídos, estou grávida!

 É um bebé muito desejado... estivemos quase um ano a tentar engravidar, sem sucesso. Fosse o stress, o cansaço, o facto de ainda amamentar - há esse mito que embora não acredite, acredito sim que as hormonas estão alinhadas para outras funções que as da concepção - a coisa não se deu. Foi preciso mudar de vida profissional, ganhar outra rotina familiar e desistir para este pequeno milagre se dar. Sim, já tínhamos desistido e tinha decidido investir em mim ao nível profissional, quando engravidei.


 Foi a um sábado de manhã, com o Alexandre na casa-de-banho comigo a fazer o seu xixi matinal que descobri que estava grávida. Nem acreditava, sinceramente. Achava que as minhas náuseas e cansaço eram transitórios associados a noites mal dormidas e qualquer coisa que tinha comido, até porque o Paulo também tinha passado o dia anterior nauseado. Mas aqueles dois risquinhos vieram dizer que não. Depois de dar a notícia abruptamente a um pai adormecido no sofá (qual surpresa ou cerimónia para anunciar a notícia), ficámos os dois em transe a pensar "e agora?". Não que se pusesse outra hipótese que não criar este bebé, mas a nossa vida mudou (novamente) naquele momento, quando já tínhamos todo um projecto diferente delineado.

 Bem, acredito que as mudanças repentinas e com efeito de mudar de vida são boas, pelo menos para nós têm sido e acredito que com este bebé não será diferente. Saber que estava grávida do Alexandre levou a que o projecto de trabalho do Paulo crescesse brutalmente e que eu mudasse a minha forma de estar na vida em muitas coisas. Por isso acredito genuinamente que este bebé vai chegar no momento em que deve chegar.

 Claro está, comigo não há mar de rosas na gravidez. Não, não sou a grávida cadáver como me apelidavam durante a gravidez do Alexandre tal era o estado em que tinha chegado de tanto vomitar. Mas a verdade é que esta também não está a ser linear. Mas para já não me alongo sobre a parte chata e menos "feliz" da gravidez. Foco-me nesta boa nova, ESTOU GRÁVIDA!

Kiss Kiss,
Catarina R.

ao colo da avó materna no 1º aniversário

 A logística familiar era algo que me preocupava a partir do 10º mês do Alexandre (porque tive com ele em casa até aos 10 meses por opção). É normal, principalmente em pais de primeira viagem, estarem preocupados como vai ser gerir o seu dia-a-dia, que de repente leva uma volta de 180º. A verdade é que a presença próxima de avós disponíveis facilita-nos em muito.

 Ambos os nosso pais trabalham, mas até horas normais (ou 17h ou 18h). Os meus sogros vivem a metros e os meus pais a 10 minutos de carro, por isso a nossa área de apoio é fantástica. Eu trabalho actualmente por turnos de 12 horas, o que incluí fazer manhãs das 8h às 20h e noite das 20h às 8h. Por norma não descanso antes das noites, só quando o Alexandre faz a sua soneca grande (o que é raro, geralmente demora 1h30m a 2h), porque aproveito sempre para fazer algo enquanto dorme. Nem descanso logo a seguir de sair às 20h. O horário de saída nem sempre é certo (ainda a semana passada cheguei 21h40m a casa e trabalho a 7 minutos de casa) tanto para mim como para o pai, e por vezes acaba por ficar mais tempo nos avós.

 Não era de todo o meu objectivo que ficasse tanto tempo, mas às vezes a vida não colabora. E se antes de ser mãe julgava facilmente os pais que deixam os pequenos nos avós ou creches, as minhas mais sinceras desculpas... não sabia melhor. A logística familiar é complexa e por vezes sinto-me a fazer ginástica artística sem antes ter feito o aquecimento. E isto digo eu, que tenho o apoio dos avós e um pai que fica com o pequeno quando estou a trabalhar ou fico eu enquanto ele trabalha.  O Alexandre não está ainda numa creche por iniciativa nossa, porque a nossa logística familiar nos permite outro acompanhamento e disponibilidade. Mas se calhar para o ano irá mudar.

 Tiro o chapéu aos pais que não têm apoio familiar perto e que, para além desta logística, têm que fazer uma ginástica no orçamento dado as contas dos infantários. Numa era em que se pretende estimular a natalidade, continuamos com poucos apoios aos pais e filhos, informação escassa e dispersa... nesta procura de mais informação, encontrei dois sites com informação pertinente para nós pais, que acho que deveriam conhecer:

O guia Tenho uma Criança no Portal do Cidadão

 Para o ano planeamos o ingresso no Jardim de Infância, não tanto por nós mas mais por ele e pelos aspectos positivos que advêm das actividades em grupo e contacto frequente com crianças da sua idade, por isso estamos agora a sondar possibilidades e ver o que o nosso orçamento nos permite. Vocês como gerem o vosso dia-a-dia? Têm apoios? Contem-me tudo, é com partilha que vamos conhecendo alternativas positivas.

Kiss Kiss,
Catarina R.



 Hello pessoal,

  E foi-se mais um Natal. Acho que são as primeiras palavras que digo quando chega o 26 de Dezembro (btw é um dia horrível para irem às urgências do sns). Mas este foi o primeiro Natal celebrado em minha casa. Já lá vivo com o Paulo há uma catrefada de anos, mas o Natal foi sempre em casa dos meus pais ou, desde que o Alexandre nasceu, em casa dos pais do Paulo. Sempre com toda a família mais próxima, os nossos pais e irmãos. Planeia-se um Natal com mais família no futuro, quando eu for abençoada com um horário dito normal, e que possa ir ao Norte.

 Apesar de ser em minha casa, não fui a responsável pelos cozinhados. Tinha saído de vela (para quem não sabe, significa que estive a trabalhar de noite e saí de manhã) e apesar de só ter dormido até às 13 horas, tinha toda uma lida de casa para fazer que não tinha tido tempo ou coragem nos dias anteriores. Por isso foi acordar, comer qualquer coisa e arrancar para as limpezas e arrumações. Claro está, recrutei a minha mãe e a minha sogra para tratarem da paparoca. Não faltaram os doces tradicionais e o bacalhau com batatas e couves. Mas também tivemos Bacalhau-à-Brás, Leitão assado, Perna de Perú recheada e Peito de Perú assado no forno. E ainda um Bolo Rei de Chocolate, o qual devorada sempre com os olhos quando ia à Padaria Portuguesa e foi uma tremenda desilusão. Sabia à massa do bolo rei mas com chocolate, uma fatia deu para 5 pessoas provarem e sobrou.

 Mas o melhor da noite foi o convívio. Eu a embirrar com o pai por causa da televisão - a minha televisão não tem os 4 canais, tem Netflix, Amazon e um disco cheio de filmes e séries -, as mães a disputarem quem ajudava nos preparativos finais na cozinha, o Alexandre a puxar cada um dos avós ou tios pela mão para irem brincar para o chão, a corrente humana de presentes que fizemos para transportar a tonelada de prendas que estavam a barricar a entrada da casa para a sala, o Alexandre a distribuir a sua prenda por todos com um gorro na cabeça... e o momento de abrir as prendas, claro. Para o Alexandre este ano foi fenomenal. Ele estava em êxtase. E nós também. 

 Não podia desejar nada melhor do que o Natal deste ano... apenas que continue a repetir-se por muitos anos! Agora deixo-vos algumas fotos da noite... já que a manhã de dia 25, pela qual eu ansiava muito, foi passada a dormir na cama!

 A Joana feliz e contente porque finalmente tem uma bola de natal à sua medida!
 Pensei em muitas coisas mas acabei por não fazer nada para decorar a mesa... os detalhes foram improvisados na última hora
 Os sonhos, a aletria e o malfadado bolo rei de chocolate
 Os Rodrigues e os Oliveira
As manas

 E vosso Natal como foi? Em família? A trabalhar? A viajar? Partilhem connosco :)

Kiss Kiss,
Catarina R.