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 O Halloween está aí à porta.... uma tradição que não era de todo portuguesa mas que parece que a abraçámos nos últimos dois anos. Ainda não fazemos um "trick or treat" bem à americana, mas os miúdos já usam roupa alusiva ao tema ou chegam mesmo a mascarar-se, bem como os graúdos. Mas hoje foco-me nos miúdos e naquilo que vi pela C&A para os miúdos usarem!

 No ano passado tentei mascarar o Alexandre de múmia mas a coisa não correu nem durou tanto como eu queria... por isso acho que é uma boa opção peças mais práticas para os mais pequenos, enquanto eles não ligam muito à coisa. Ficam aqui as sugestões, "pró menino e prá menina"!






Os preços oscilam entre os 2€ e os 15€ e algumas peças dão não só para esta época como para o resto do Outuno/Inverno. E agora, até podem comprar online! É só clicar na peça que gostaram para ver mais detalhes.

 E à parte a roupa, o que interessa é que eles se divirtam muito e nós também!

Kiss Kiss,
Catarina R.
 
Hello pessoal,

Já passou quase um mês, mas a verdade é que o blog ficou um pouco para segundo plano e apenas falámos da festa de aniversário do Alexandre pelo Facebook e Instagram. Mas mais vale tarde que nunca, e aproveito agora para vos mostrar alguns detalhes do dia e da decoração.

O tema da festa


 Foi ele que escolheu o tema da festa, os Carros. Esta vontade ficou ainda mais marcada depois de me ver a pesquisar ideias no Pinterest para a decoração. O orçamento não estava definido, mas não queria ter que gastar mais que 20 ou 30 euros em decoração. O bolo, ficou a cargo da Avó Gina, o que logo me permitiu poupar um balúrdio. Depois de pesquisa feita decidi que não queria as cores mais comuns associadas ao filme Carros, como o vermelho vivo, o padrão axadrezado ou o azul, e optei pelo azul bebê, laranja quase pêssego e branco. Inspirei-me numa das decorações que vi no Pinterest e a Joana fez um trabalho maravilhoso para alcançar o que eu queria para identificar alguma da comida na mesa. As bandeirolas, pratos e balões comprámos entre um chinês e um fornecedor deste tipo de materiais.



A comida

 A comida para a mesa dos miúdos foi pensada tendo em conta o tema... espetadas de fruta a representar semáforos apelidadas de Sheriff's Stop Lights, roscas de bolacha e chocolate a representa a Luigi's Tower of Tires, etc. Basicamente, é rever o filme para tirar umas ideias. Já a mesa dos graúdos não foi muito pensada, eram os salgados e fruta que toda a gente gosta. A mesa dos doces ficou estrategicamente escondida na cozinha (por acidente na realidade, que já não havia mais espaço cá fora). No final houve febras assadas no pão para todos. Claro está, recrutei a minha sogra e a minha mãe para ajudarem com a comida, que já na altura não estava capaz de ficar horas ao fogão.








 Como a festa foi realizada na nossa casa nova, fiz no exterior para poder aproveitar o sol e o calor. Separei por áreas e criei um espaço para os mais pequenos pudessem brincar. Decidimos juntar à festa o nosso Unicórnio, já que não há piscina para o tamanho dele.


 Deixo-vos com mais fotos do dia, pela lente da Graziela Costa Photography (cliquem para verem mais do seu trabalho).





 Acho que este aniversário já lhe irá ficar na memória... para nós fica e apenas tenho a agradecer à família e amigos pela ajuda que deram em montar o espaço, fazer a comida (obrigada avós!) e pela sua presença. Para o ano começa a ser a dobrar... acho que vou já começar a pensar em temas!

 Kiss kiss,
Catarina R.

3 anos de Alexandre

by on September 21, 2018
  Hello pessoal, Já passou quase um mês, mas a verdade é que o blog ficou um pouco para segundo plano e apenas falámos da festa de an...
tecnologia crianças
Apanhado de comando na mão, pronto para tentar jogar um jogo do estilo super mário

 Eu cresci numa era em que já existia televisão e desenhos animados. E antes de existir "televisão por cabo", existia satélite. O meu inglês teve uma grande ajuda do Cartoon Network. Não tive Playstation a não ser já no final da minha adolescência e o mais parecido com um Game Boy era o jogo de Tetris que tinha. Mas ainda assim, um computador entrou em nossa casa muito cedo mas levou alguns anos para ser algo ao meu alcance.

 Lembro-me que os meus pais não me imponham limites de tempos, isto é, não era definido 30 minutos de televisão por dia. Foi algo que fluiu muito naturalmente, porque para além destes elementos também tinha livros, lápis de cor e papel, bonecas e carros... Portanto, não me faltava o que fazer. Não era muito de ir brincar para a rua porque a nossa rua não era encerrada ao trânsito, mas visitava frequentemente a casa da vizinha. Bem, isto para vos dizer que já cresci com alguma tecnologia e acho que a coisa até correu bem. Mas o Alexandre está a crescer numa era em que a tecnologia domina ínfimas tarefas do nosso dia-a-dia.

Os ecrãs...

 No primeiro ano de vida a televisão era algo que o Alex pouco contato tinha. Sendo o ano em que a visão, percepção e noção do mundo que o rodeia estão ainda a desenvolver, decidimos que não traria benefícios. De vez em quando lá escapava, mas não o ponhamos sentado no sofá a ver televisão ou a olhar para o tablet. A partir do primeiro ano, os ecrãs passaram a fazer parte do seu dia-a-dia, supervisionado (como ainda é). Uso o tablet ou telemóvel de vez em quando para desenhar, com caneta, pois ambos os nossos dispositivos têm caneta o que o ajudar a desenvolver a motricidade.

Os conteúdos...

 Se calhar ainda mais importante que o facto de estarem a olhar para um ecrã é o que esse ecrã está a passar. O Alexandre não foge à regra: gosta da Patrulha Pata, da Peppa Pig, da Heidi, da Masha e do Urso... Mas decidimos que o conteúdo seria todo em inglês. Uma forma de introduzir outra língua no seu desenvolvimento. Também não só vê animação como tentamos introduzir programas que ajudem ao desenvolvimento linguístico e cognitivo.

O tempo...

 Há manhãs em que vê um episódio de um desenho animado enquanto toma o pequeno-almoço, outras em que pede para ir para sala brincar com o comboio e desmontar-montar os carris. Não há um limite de tempo definido, mas por exemplo às refeições ouvimos música e brincamos um pouco antes de ir para a cama seja a fazer corridas, a montar lego ou fazer uma tenda. 

 A tecnologia faz parte do nosso dia-a-dia, não há como fugir a isso (a não ser que queiram dar numa de ermitas num sítio qualquer), e, como em tudo na vida, quando bem doseado, traz muitos benefícios. Acho que não devemos isolar os nossos filhos dos dispositivos mas sim introduzi-los nas alturas certas, consultando o pediatria sobre o seu parecer de como o fazer caso hajam dúvidas. Devemos sim mediar o seu uso e conteúdo apresentado, e não esquecer de brincar com os nosso filhos! Brinquem muito!

Kiss kiss,
Catarina R.
 
ser mãe

 Sim, já passou um mês. De repente passámos a ter uma rotina com horário quase fixo na nossa vida, a do acordar (varia um pouco a hora consoante o meu horário) e preparar para ir para a escolinha. O comum a todos os dias? "mãe, eu não quero ir pra escolinha" "mãe, quero ficar aqui contigo" - estas são sempre as expressões que o Alexandre usa quase assim que acorda. Mas já não chora quando o deixo, aliás, até me deseja bom trabalho!

As mudanças...

 O comportamento mudou. Está mais teimoso e desafiador, testa os limites frequentemente e às vezes perco a paciência. Sim, sou uma mãe que grita. Mas também sou uma mãe que se senta e tenta falar... isto realmente depende dos dias. Dele e dos meus. 

 Está mais autónomo. Procura fazer as coisas sozinho. Não gosta muito de ser contrariado (lá está a teimosia) mas é algo que estamos a trabalhar lentamente.

 Fala pelos cotovelos. E argumenta! Quando dou por mim está a negociar qualquer coisa comigo... "só mai um mãe".

Os germes...

 Pois bem, o infetário dizem eles. Mas é que é mesmo. Uma colega ainda me tentou convencer que como ele era mais velhinho não ia acontecer nada. Primeiro fim-de-semana: urgências com ele com uma falta de ar súbita que até a mim, que sou enfermeira e já vi muita coisa, me assustou. E os dois seguintes sempre com febre. Agora, tirando o nariz ranhoso, parece que já estamos safos do primeiro impacto. Mas lá está, a pressão que a sociedade exerce aos pais de trabalhar,  independentemente de o bem-estar e saúde dos seus filhos, leva a que muitos pais deixem os seus pequenos em fase de infeção ativa na escolinha

 Overall, esta entrada forçada na escolinha, a meio do ano, pode não ter sido planeada mas foi sem dúvida muito positiva para o Alexandre. Agora mães, pais, tias, amigos que por aí andam... dicas para sobreviver ao infetário há? Partilhem nos comentários as vossas dicas de prevenção!

Kiss kiss,
Catarina R.
 
primeiro dia de escolinha

 
 Há um ano atrás ele estava em casa connosco. Os dias eram divididos entre os meus turnos e o trabalho do pai. A certa altura, com muita ajuda da avó paterna. Até que chegou o dia em que isso mudou.
 
 Eu troquei de emprego (leia-se na minha profissão que mudei de serviço), algo que ambicionava há muito tempo mas que exigiu mudanças na rotina. Passei a ter fins de semana em casa e a trabalhar 8 horas entre as 8h e as 20h. Ah, e feriados em casa também. Não é que procurasse este horário fixo mas é simplesmente maravilhoso poder ter uma vida dita “normal”. A juntar a esta mudança, o Paulo recebeu a notícia que no prazo de uma semana seria finalmente intervencionado às suas costas. Ora de repente, o principal cuidador do Alex na minha ausência estaria "inop" durante 1 mês pelo menos, e uma solução era necessária com urgência.
 Na semana em que decorreu a cirurgia (já agora, correu tudo bem e descobri que tenho um wolverine em casa que cicatriza super rápido), conseguimos gerir a situação com apoio da minha mãe e irmã. Isto porque tínhamos algo pensado que não se concretizou. Entretanto vi-me imersa entre contactos com amas e creches e a desesperar cada vez mais. A certa altura dei por mim a chorar ao telefone com a minha mãe porque não sabia o que iria fazer e não tinha 600 euros para dispensar assim do pé prá mão (sim, médias de 400 euros de mensalidade e pelo menos mais 200 euros para inscrição e seguro). Do nada, tropecei numa creche num daqueles sites em que contêm tudo o que é instituições registadas, mas que não tinha qualquer outro registo online (já estava tão habituada a ir ver o site ou a página de Facebook). Vi a localização – mesmo a caminho do trabalho -, liguei a confirmar alguns detalhes... voz simpática e convidativa, forneceu todas as informações que pedi (mais de metade dos espaços recusaram-se a dar informações pelo telefone, nem sequer falavam nos rácios de funcionários quanto mais em valores de mensalidade) e agendei uma visita no próprio dia. Antes de sair de casa, aproveitei para sondar sobre o que outros pais falavam sobre o espaço e entre fóruns e grupos de Facebook nada a apontar de errado, antes pelo contrário.
 
 Fui visitar o espaço, já mesmo em cima da hora de saída e já sem crianças a encher as salas de gargalhadas e brincadeiras... mas ainda assim gostei tanto! Não é um espaço moderno, são duas salas para faixas etárias específicas, um refeitório e uma casa de banho. De imediato, quando entrei e me foi apresentado o espaço, pensei “isto faz-me lembrar a minha creche” e um sentimento de nostalgia e bem-estar entranhou-se. Trouxe toda a informação extra necessária, ainda falei algum tempo com a responsável e disse-lhe que tinha outras visitas agendadas, mas acho que parte de mim já tinha tomado a decisão. Depois de falar com o Paulo, ele disse-me “Paixão, se gostas do espaço, se empatizas-te com as pessoas, go for it! O Alex não precisa de grandes modernices, precisa mesmo é de ser feliz e estar bem!”. E é mesmo isso que queremos. No dia seguinte voltei com o Alexandre para preencher a papelada e rapidamente ele foi brincar com os outros meninos, sempre a confirmar se a mãe estava na zona.
parque infantil
 Para já ele chora a ir mas sai feliz e contente. Aliás, o choro foi em crescente todos os dias, sendo que no último começou no carro! Já hoje foi um choramingar intermitente. Já contamos com uma ida à urgência pelo provável contato com estes novos bichos do infetário, mas nisso falarei mais tarde. Somando tudo, estamos todos felizes... especialmente ao final do dia quando nos juntamos em casa :)
 
 Quem mais passou por estas mudanças? Quem espera pela entrada no pré-escolar ou escolar mesmo?
 
Kiss kiss,
Catarina R.