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 Hello pessoal,

 Bem sei, o sol espreita, está uma tarde de Outuno muito agradável... mas eu vou trabalhar, por isso só me apetece ficar no sofá. Para aqueles que compartilham da minha vontade, deixo-vos algumas sugestões do Netflix. Hoje em foque um sucesso de décadas, o Star Trek.

 O universo Star Trek está quase todo lá, desde séries, filmes e documentários. Têm mesmo a série original com o William Shatner e Leonard Nimoy. Mas para quem não quer assumir um compromisso de uma série, estão disponíveis 2 dos filmes mais recentes deste universo, que surgem numa linha temporal alternativa à da série original, o que dá liberdade total aos escritores de continuarem a surpreender-nos.




 Star Trek (2009)

 Viagens no tempo, realidade alternativa ao universo já conhecido. O primeiro filme mostra-nos um James T. Kirk que cresceu revoltado sem a sua figura paternal, que não resistiu ao primeiro encontro espacial com uma nave do futuro nos primeiros minutos de filme. Ainda assim, acaba por alistar-se na Starfleet Academy e, contra muitos obstáculos, encontra-se a bordo a Enterprise quando o grosso da história se começa a desenrolar. Gostei do "novo" Spock, Zachary Quinto, relembrando um pouco da frieza que representava na série Heroes. Já o Chris Pine... ok, é um bom mulherengo mas levou algum tempo a convencer-me. O plot é cativante, os efeitos "espaciais" estão de topo, e é curioso ver como a amizade de Kirk e Spock se desenvolve com o decorrer dos eventos.



 Star Trek: Into Darkness (2015)
  
 Mantém-se o elenco e a nova linha temporal, com a introdução de um dos vilões mais conhecidos de Star Trek, Khan. Casting perfeito, sendo que é muito bem representado pelo Benedict Cumberbatch. Desta vez os heróis da Enterprise bem como a Academia em si enfrentam uma ameaça interna que os empurra violentamente para o conflito. A guerra com os Klingons é o objectivo, a supremacia da raça humana como guerreiros e não como pacíficos explorados. O agora Capitão Kirk irá quebrar regras (para não variar) para impedir o conflito e trazer os culpados à justiça. Bons efeitos (a nave militar está espectacular) e boa componente humana, em que questões morais e éticas são fulcrais para a história avançar. E Kirk e Spock estão cada vez mais amigos (parece lamechas mas é verdade, e quem conhece a série original percebe).

Acção, ficção científica, drama. Será uma tarde ou serão bem passados e se calhar ficarão curiosos com este universo. Se sim, aproveitem para começar a ver a nova série do Netflix, Star Trek Discovery. Bom elenco, bons efeitos e história cativante... não ficarão desiludidos.

Um bom domingo pessoal!


Kiss kiss,
Catarina R.

 Como ainda estamos em fase de convalescença e este calor abrasador não ajuda nada, ainda para mais com um nariz entupido (sempre que saio de casa tenho a nítida sensação que estou dentro de uma sauna com o nariz tapado), decidi ficar a maior parte do dia em casa. A manhã foi passada a arrumar depois de ter tido alguns amigos cá em casa (sim, correram o risco de ficar doentes só para estarmos juntos :)). E depois de almoçarmos e de o Alexandre fazer a sua soneca, estou a pensar ver um filme. Não sei porque não me apetece ver nenhuma novidade, estou mais inclinada para algo que já conheça... geralmente aquilo que vi e gostei é reconfortante nestas alturas.

 Hoje recomendo dois filmes, que embora pertençam a géneros diferentes, são ambos favoritos e então na "my list" do Netflix.



 Crimson Peak (2015)

 É uma história de fantasmas, passada na era vitoriana, em que uma jovem escritora (não reconhecida por escrever sobre fantasmas e ser mulher), deixa a sua cidade e o seu romance de infância por um novo amor, depois de uma tragédia familiar. A sua chegada à colina vermelha não será indiferente e muitos segredos serão revelados...

 Um enredo misterioso, romântico,  traiçoeiro. Apela à nossa imaginação e ao nosso lado negro, não deixando de passar pela luxúria da paixão proibida... adoro este tipo de filmes e nem todos conjugam estas variáveis. Para além de que o elenco é aceitável. Tom Hiddleston (mais conhecido como Loki nos novos filmes de Thor da Marvel) é um dos meus actores favoritos como vilões e embora este não seja o personagem mais vilão de sempre, até gostei. Mia Wasikowska (podem lembrar-se dela dos filmes sobre Alice do Tim Burton) pareceu-me a escolha ideal para o papel de uma mulher bela e frágil.  Uma interpretação surpreendente de Jessica Chastain (poderão tê-la visto no Marciano ou no Interstelar). Curiosamente, aparece o Charlie Hunnam, com quem não estava à espera... infelizmente não tirou a camisola (ahahaha...desculpem,não resisti). O melhor deste filme é contar com a direcção de Guillermo del Toro, em que este deixa a sua marca, com uma linguagem visual fortíssima.



 Tomorrowland (2015)

 Acreditar num futuro cheio de vida e oportunidades pode ser difícil depois de saber o que nos espera. Mas nada como juntar um cientista desiludido e uma adolescente brilhante e rebelde para ter uma aventura fantástica e salvar o mundo.

 Faltam filmes que incentivem os mais novos a gostarem de ciência. Ainda à pouco tempo o Paulo tentava "vender" a um miúdo de 9 anos porque é que o Tesla (que ele não tinha ideia de quem era) é um dos seus heróis e não o Iron Man (tarefa difícil e que não teve muito sucesso). Este filme, que conta com uma um bom elenco como George Clooney e Hugh Laurie, fala-nos de uma realidade paralela e alternativa à nossa onde mentes brilhantes trabalham em conjunto para um futuro melhor. Mas até as melhores invenções têm efeitos negativos e uma delas transformou o nosso futuro... bons efeitos, um enredo cativante e um filme para toda a família (aí a partir dos 8 ou 9 anos).

Espero que tenham gostado destas sugestões e bom domingo!

Kiss kiss, 
Catarina R.

[um heads-up, contém spoilers]

 Ok, se não sabiam qual a trama que envolve a nova série da Netflix, se calhar pelo título chegam lá: o suicídio. Em particular o de uma jovem adolescente que, atormentada por uma série de circunstâncias más e outros adolescentes, estereótipos do liceu americano, decide suicidar-se. Não faz streaming do suicídio, mas previamente ao mesmo a rapariga decide documentar em cassetes (gostei muito desta detalhe old school, ainda mais porque esta semana a minha mãe arrumou as minhas cassetes e o walkman para trazer para minha casa) as 13 razões que a levaram ao  suicídio, as 13 pessoas e as suas acções...

 A série é envolvente. Cada episódio, um lado de uma cassete, uma pessoa, palavras ditas e gestos feitos que marcam a personagem principal de tal forma que nos leva a crer "ok, foi esta a gota de água" e afinal não, há mais. Os adolescentes são os estereótipos antigos e novos dos filmes de liceus americanos, não achei nada de diferente nem achei a performance dos miúdos brilhante... no entanto é fácil empatizar com algumas personagens. Gostei bastante do papel de Kate Walsh (que já conhecia da Anatomia de Grey e da Clinica Privada como Allison) como mãe de Hannah, que é uma mulher lindíssima e forte, aqui a representar uma mãe de coração destroçado, de rastos pela perda sem sentido ou justificação da filha.


 Acabei por a devorar em dois dias, na altura em que o Alexandre estava doente e voltou a modo recém-nascido (mamava-dormia). Agora, claro está, apetece-me ir chatear os senhores do Netflix e dizer-lhes que não me podem dar assim todos os episódios de uma só vez e ficar num "cliff hanger"... mas lá terá que ser.

 Apesar de ter gostado bastante da série, cá por casa trocámos impressões sobre os efeitos positivos e negativos da mesma sobre a população a que se dirige, maioritariamente adolescentes, quase todos eles com crises existenciais e muitos às mãos do bullying (nada bom, sofri disso e ainda não tinha nome e é difícil dar a volta por cima). Afinal até em mim despertou sentimentos que senti há mais de 15 anos. Agora imaginem serem um adolescente, a definir a sua identidade, a tentar afirmar-se perante os seus pares enquanto é ostracizado e até maltratado pelos mesmos, e ver esta série... Li alguns artigos, maioritariamente de jornais americanos, e o consenso entre eles é comum: pode fazer mais mal que bem. De facto as chamadas a linhas de apoio ao suicídio aumentaram mas concordo quando dizem que é perigoso glamorizar o suicídio de uma jovem e ainda para mais mostrar tão graficamente a cena. A comunidade de prevenção ao suicídio argumenta que este tipo de série vai incitar ao suicídio e existência de copycats. Para já felizmente não há nada relatado do género e espero sinceramente que não aconteça... mas não acredito. Há demasiada gente, miúdos e graúdos deprimidos ou loucos ao ponto de cometer este ato de violência para consigo próprios, tentando até mediatizar a mesma.

Mas tentando retirar uma mensagem positiva da série... temos que reflectir sobre os nossos atos e palavras. Porque tudo aquilo que fazemos impacta a vida de outrem e nem sempre sabemos o que se passa com os outros. Um apelo à amizade, à abertura de espírito, ao respeito, ao amor-próprio e pelos outros. Não atacar ninguém seja de que forma for... parece um pouco clichet e utópico, mas era tão bom se vivêssemos mais assim não era?

Kiss kiss,
Catarina R.
Hello,

Hoje andamos pelo o Porto a passear, algo que recomendamos vivamente! Mas ainda assim, para os mais preguiçosos, para os amantes das tardes de domingo no sofá, deixo-vos estes dois filmes como sugestão (assim ainda têm tempo para aproveitar para passear, ir à Expocosmética e depois correr rápido para o sofá e relaxar).



Interstellar (2014)

 Foi dos poucos filmes que o Paulo foi ao cinema ver sem mim (estava cá um amigo nosso e eu estava a trabalhar, não pude ir). Vi-o uns meses valentes depois numa noite de insónia em que o Alexandre, ainda na barriga, teimava em não me deixar dormir. Fiquei agarrada ao televisor, e se estava com insónia,  então depois de o começar a ver é que não tinha mesmo sono. O cenário de um planeta Terra esgotado pela população humana, em que apenas conseguem plantar milho porque tudo o resto morreu. A era tecnológica é como que renegada, vivem com o minimo indispensável e acreditam que a corrida ao espaço foi uma campanha política. É urgente procurar uma alternativa, e esta apresenta-se fora do nosso alcance, no meio das estrelas. Matthew McConaughey é Cooper, um antigo piloto da Nasa que terá de viajar através de um wormhole em busca de um novo lar. Drama familiar, questões éticas e morais, ficção científica no seu melhor. Adoro. A trama, o elenco, os efeitos... ah, e vemos o Matthew num registo que não o de surfista. Tem uma classificação de 8,6 no IMDB.




Gravity (2013)

Apesar de ter o George Clooney e a Sandra Bullock como cabeças de cartaz, o trailer não me cativou. Mas acabei por vê-lo, recomendado por alguém. Esse alguém sabia do que estava a falar. Inicialmente sem grande aventura,  rapidamente os personagens se vêem em apuros, à deriva no espaço. Ficamos automaticamente presos ao ecrã,  ansiando o desenvolvimento do plot. Muito drama à mistura,  tem uma classificação de 7,8 no IMDB. 

São apenas duas sugestões mas garanto que vão querer ver!  Um bom domingo a cinemar no sofá ;)


Kiss Kiss,
Catarina R. 





Por cá somos fãs do Netflix desde que chegou a Portugal. No primeiro mês quase que estávamos para desistir, porque tinhamos a maioria do conteúdo na nossa cloud. Mas dado que o conteúdo parecia escolhido para nós, desde os blockbuster a que não fugimos, passando pelos documentários ou pelo os clássicos, decidimos manter o serviço, e ainda bem. Temos mais conteúdo do que conseguimos ver, desde o mais popular ao fora da margem.

Hoje, tarde de domingo chuvosa, o Alexandre ficou nos avós (estavam a morrer de saudades, estiveram 3 dias fora), aproveitámos para nos aninhar e ver "filmes de domingo à tarde" como diz o Paulo. Hoje enveredámos pelos cenários de catástrofe, quase apocalípticos.




Em português, O Dia Depois de Amanhã, um climatologista Jack Hall (o conhecido Dennis Quaid) tenta alertar o mundo para uma possível Idade do Gelo quando de repente o processo de mudança climatológico chega mais cedo do que o esperado. Vê-se na necessidade de atravessar a América do Norte coberto por vários metros de neve, para alcançar o seu filho. Ação, aventura, drama, compotente cientifica e atual. Perfeito para ver no conforto do sofá a beber um chá quente. Classificação de 6,4 no IMDB.




Detonação foi a traduçã portuguesa. Absurda na minha perspectiva... trata-se de uma série de acontecimentos cataclismos, na iminência da destruição do planeta Terra como o conhecemos, devido ao núcleo do mesmo ter parado de girar. Uma equipa de cientistas terá de chegar até ao centro da Terra e resolver o problema. Uma série de peripécias durante o filme, conta com caras conhecidas como a Hilary Swank e Aaron Eckhart. Mais uma vez muita acção, aventura, muita componente tecnológica à mistura (não ver com alguém com conhecimento básico de física ao lado, vai passar o tempo a criticar tudo), drama, está classificado como 5,4 no IMDB.




Não poderia deixar de faltar um cenário com zombies. Este é dos meus preferidos porque os zombies são mega rápidos, mesmo! Bem como a sua transformação. Acompanhamos o Brad Pitt, que faz de Gerry Lane, na busca da origem do surto zombie de forma a tentar arranjar uma solução para o problema. Muitas peripécias, o amor e preocupação pela família sempre presente, é um filme com tudo o que os anteriores apresentam, não tanto tecnológico mas muito interessante a componente patológica no filme. Com uma classificação de 7 no IMDB.

Estas sugestões são válidas para qualquer dia de chuva e não só domingos! :)

Kiss kiss,
Catarina R.